Pais e filhos que disputaram Copas do Mundo ao longo da história
Dinastias do futebol que atravessaram gerações no Mundial.

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A Copa do Mundo é o maior palco do futebol internacional e, para algumas famílias, também um espaço de continuidade histórica. Ao longo das décadas, o torneio não apenas revelou talentos individuais, mas também consolidou linhagens esportivas que atravessaram gerações. Pais que disputaram o Mundial viram seus filhos repetir o feito anos depois, muitas vezes carregando o peso simbólico de um sobrenome já marcado na história. O Lance! relembra pais e filhos que disputaram Copas do Mundo ao longo da história.
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Segundo levantamentos oficiais da FIFA, ao menos 27 pares de pai e filho já atuaram como jogadores em Copas do Mundo. O número chama atenção não apenas pela repetição familiar, mas pela diversidade de contextos: há casos em que ambos defenderam a mesma seleção, outros em que representaram países diferentes, além de histórias em que o filho superou o pai em títulos e protagonismo.
Essas dinastias ajudam a contar a evolução do futebol ao longo do século XX e início do XXI. Em algumas famílias, o pai atuou em Copas ainda marcadas por forte identidade local e menor exposição global, enquanto o filho disputou torneios transmitidos para bilhões de pessoas, em um futebol mais físico, veloz e globalizado.
Também há diferenças de posição e estilo entre as gerações. Em certos casos, o pai era defensor e o filho atacante; em outros, ambos atuaram na mesma função, como goleiros ou laterais, reforçando uma tradição técnica dentro da família. O Mundial, nesse sentido, funciona como ponto de convergência entre legado familiar e contexto histórico.
A seguir, os principais casos de pais e filhos que disputaram Copas do Mundo, incluindo brasileiros e algumas das famílias mais emblemáticas do futebol internacional.
Pais e filhos que disputaram Copas do Mundo
Brasileiros em Copas
O Brasil também tem seus representantes nessa tradição familiar.
Domingos da Guia e Ademir da Guia
Domingos disputou a Copa do Mundo FIFA de 1938.
Ademir jogou a Copa do Mundo FIFA de 1974.
Mazinho e Thiago Alcântara
Mazinho foi campeão na Copa do Mundo FIFA de 1994.
Thiago disputou a Copa do Mundo FIFA de 2018 pela Espanha.
Itália – família Maldini
Cesare Maldini – Copa de 1962.
Paolo Maldini – Copas de 1990, 1994, 1998 e 2002.
França - Famílias francesas na Copa
Jean Djorkaeff e Youri Djorkaeff – 1966 / 1998 e 2002.
Lilian Thuram e Marcus Thuram – 1998, 2002, 2006 / 2022.
Dinamarca – Schmeichel
Peter Schmeichel – 1998.
Kasper Schmeichel – 2018 e 2022.
Uruguai – Forlán
Pablo Forlán – 1966, 1970 e 1974.
Diego Forlán – 2002, 2010 e 2014.
Estados Unidos – Reyna
Claudio Reyna – 1994, 1998, 2002 e 2006.
Gio Reyna – 2022.
Outros casos registrados em Copas
Outras duplas citadas em compilações da FIFA incluem:
Luis Pérez (México, 1930) e Mario Pérez (México, 1970).
Martí Vantolrà (Espanha, 1934) e José Vantolrá (México, 1970).
Roger Rio (França, 1934) e Patrice Rio (França, 1978).
Néicer Reasco (Equador, 2006) e Djorkaeff Reasco (Equador, 2022).
O número de famílias presentes nas Copas tende a crescer, especialmente na Copa do Mundo FIFA de 2026, já que diversos filhos de ex-jogadores estão em idade competitiva. As Copas continuam sendo palco não apenas de conquistas esportivas, mas também de heranças familiares que atravessam gerações.
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