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Goleiros com mais defesas de pênalti em Copas do Mundo

Os recordistas nas disputas por pênaltis e no tempo normal.

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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 27/02/2026
07:23
O Tapa Penales argentino Goycochea foi o melhor goleiro da Copa de 1990
imagem cameraSergio Goycochea celebra defesa decisiva na Copa de 1990, campanha que levou a Argentina à final. (Foto: AFP PHOTO / ANTONIO SCORZA)

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Defender um pênalti em Copa do Mundo é um momento decisivo e carregado de pressão.
Desde 1978, decisões por pênaltis se tornaram uma parte importante da narrativa das Copas.
Quatro goleiros estão no topo histórico, cada um com quatro defesas em shootouts.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

Defender um pênalti já é um momento decisivo em qualquer jogo. Em Copa do Mundo, vira eternidade. A cobrança é carregada de pressão, milhões assistem, e o erro quase sempre é definitivo. Para o goleiro, é o raro instante em que ele pode sair de coadjuvante para herói absoluto. O Lance! lista os goleiros com mais defesas de pênalti em Copas do Mundo.

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Ao longo da história dos Mundiais, alguns arqueiros construíram reputações lendárias justamente nas disputas por pênaltis — especialmente nos mata-matas, quando a vaga ou o título está em jogo. Desde que as decisões por pênaltis passaram a ser adotadas oficialmente em 1978, os shootouts se tornaram capítulos próprios na narrativa das Copas.

Há dois tipos de recorde relevantes:

    1.
  1. Defesas em disputas por pênaltis (shootouts).
  2. 2.
  3. Defesas de pênaltis no tempo normal ou prorrogação.

Abaixo, os principais nomes em cada categoria, com base em registros oficiais da FIFA.

Goleiros com mais defesas de pênalti em Copas do Mundo

Recordistas em disputas por pênaltis

Quatro goleiros dividem o topo histórico, com quatro defesas em shootouts cada um:

Dominik Livaković (Croácia)

  • 4 defesas
  • 2 disputas (2018 e 2022)

Em 2022, virou o grande protagonista croata: defendeu três cobranças contra o Japão nas oitavas e mais uma contra o Brasil nas quartas. Frio, técnico e decisivo.

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Danijel Subašić (Croácia)

  • 4 defesas
  • 2 disputas (2018)

Foi o herói da campanha croata até a final de 2018, defendendo três pênaltis contra a Dinamarca e mais um contra a Rússia.

Sergio Goycochea (Argentina)

  • 4 defesas
  • 2 disputas (1990)

Talvez o caso mais simbólico. Reserva que virou titular por lesão de Pumpido, defendeu dois pênaltis contra a Iugoslávia nas quartas e dois contra a Itália na semifinal, levando a Argentina à final de 1990.

Harald Schumacher (Alemanha Ocidental)

  • 4 defesas
  • 2 disputas (1982 e 1986)

Foi decisivo contra a França em 1982 e contra o México em 1986. Consolidou a tradição alemã de força mental em mata-matas.

Outros destaques históricos em Copas

  • Cláudio Taffarel (Brasil) – 3 defesas em uma única disputa (1994), na final contra a Itália.
  • Ricardo Pereira (Portugal) – 3 defesas contra a Inglaterra em 2006, incluindo cobrança defendida sem luvas.

Defesas de pênaltis no tempo normal de Copas

Aqui entram pênaltis defendidos durante os 90 minutos ou prorrogação.

O recorde histórico é de dois pênaltis defendidos em Copas, marca dividida por alguns nomes.

Jan Tomaszewski (Polônia)

Copa de 1974
Defendeu dois pênaltis na mesma edição (contra Suécia e Alemanha Ocidental). Foi um dos grandes nomes do Mundial.

Brad Friedel (Estados Unidos)

Copa de 2002
Também defendeu dois pênaltis naquela edição, sendo por anos citado como caso raro de dupla defesa em um único Mundial.

Iker Casillas (Espanha)

Copas de 2002 e 2010
Defendeu um pênalti em cada edição, incluindo a defesa contra Cardozo em 2010, jogo crucial para a campanha do título espanhol.

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Wojciech Szczęsny (Polônia)

Copa de 2022
Defendeu dois pênaltis no Catar — um contra a Arábia Saudita e outro contra a Argentina, de Lionel Messi.

O que torna esses recordes tão raros em Copas?

Em Copas do Mundo:

  1. Nem todo jogo tem pênalti.
  2. Nem toda disputa vai para shootout.
  3. Nem todo goleiro joga múltiplos mata-matas.

Além disso, a cobrança favorece estatisticamente o batedor. Em média histórica, cerca de 75% a 80% dos pênaltis são convertidos. Defender já é exceção; defender vários em uma mesma edição é algo que entra imediatamente para a memória coletiva.

Por isso, nomes como Goycochea, Taffarel, Schumacher, Subašić e Livaković não são lembrados apenas pelos números — mas pelo contexto: semifinal, final, quartas de final. Em Copa, a defesa vale mais que estatística. Vale história.

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