Gi Fernandes supera lesão e celebra chance na Seleção principal
Defensora tem histórico nas categorias de base da Amarelinha

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Convocada pela primeira vez para a equipe principal da Seleção Brasileira em fevereiro, Gi Fernandes enfim vive o momento de defender a Amarelinha após superar uma lesão na coxa direita que a tirou dos primeiros amistosos do ano. A lateral agora integra o grupo para a disputa da Fifa Series, em Cuiabá (MT), e destacou a emoção de vestir a camisa do Brasil em casa.
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— Eu estava na expectativa, mas estava no avião sem internet enquanto a convocação estava rolando. Quando chegamos e tirei o celular do modo avião, vi um monte de mensagem e pensei: "Meu Deus, eu fui convocada". Chorei e fiquei muito feliz. Todos da minha família estavam na expectativa, então foi um momento muito legal — contou, em entrevista à CBF TV.
A alegria, porém, deu lugar à frustração poucos dias depois, quando a jogadora sofreu a lesão que a tirou dos compromissos contra Costa Rica, Venezuela e México. Gi relembrou o momento difícil, mas valorizou a nova oportunidade com a Seleção.
— Na hora do jogo, quando eu senti que era uma dor diferente foi muito ruim. Quando fui fazer os exames no hospital estava na expectativa de que não fosse nada grave. Fiquei muito triste, foi um dia difícil para mim, mas acontece. Acho que essa convocação está sendo mais especial por ser aqui no Brasil e minha família poderá assistir aos jogos — disse ela.
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Com passagem consolidada pelas categorias de base, Gi Fernandes chega mais preparada à equipe principal após acumular experiências importantes, como dois títulos do Sul-Americano Sub-20 e participações em Mundiais da categoria.
— Foram processos bons para mim, para que eu não pulasse etapas. Às vezes quando você pula uma etapa, acaba perdendo um pouco da tática de jogo, de vivência. Eu tive a oportunidade de jogar dois Mundiais Sub-20 e isso foi muito importante para que eu estivesse mais preparada para chegar aqui. Se eu pulasse essa etapa, talvez não estivesse pronta para estar aqui hoje — explicou Gi.
A trajetória no futebol começou ainda na infância, com incentivo familiar, especialmente do pai, figura central no início da carreira.
— Meu pai que me incentivou. Ele levava meu irmão para treinar, eu ficava com ele e começava a brincar com outras crianças. Foi assim que ele viu que eu tinha potencial. Eu jogava em vários lugares de Praia Grande, comecei em uma escolinha, fui para o Santos aos 13 anos, lá subi para o profissional e hoje estou no Corinthians — relembrou.
No Corinthians desde 2024, a lateral destacou a importância do clube na sua evolução até chegar à Seleção Brasileira.
— O Corinthians é a melhor equipe da América e eu estou muito feliz porque tenho muitas pessoas em quem posso me inspirar dentro do clube. Acredito que estar lá me ajudou muito para chegar na Seleção hoje. A cobrança dentro do Corinthians e da torcida é muito alta e isso me ajudou a evoluir como atleta — concluiu.
A Seleção Brasileira estreia na FIFA Series neste sábado, contra a Coreia do Sul, às 21h30 (horário local, 22h30 no horário de Brasília), na Arena Pantanal. Depois, encara a Zâmbia, no dia 14, e o Canadá, no dia 18, todas no mesmo horário.
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