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Dudinha elogia ambiente da Seleção Brasileira: 'Sempre foi um sonho estar aqui'

Jogadora de 19 anos integra o grupo para a Fifa Series

Giselly Correa Barata
São Paulo (SP)
Dia 10/04/2026
08:17
Dudinha durante treino da Seleção Feminina na Fifa Series. (Lívia Villas Boas/CBF)
imagem cameraDudinha durante treino da Seleção Feminina em Cuiabá. (Lívia Villas Boas/CBF)

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A Seleção Brasileira segue a preparação para a Fifa Series, em Cuiabá, com foco nos amistosos contra Coreia do Sul, Zâmbia e Canadá. Entre os destaques da convocação está Dudinha, atacante do San Diego Wave, que vive bom momento e ganhou protagonismo no grupo comandado por Arthur Elias.

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Aos 19 anos, a jogadora destacou a importância da confiança transmitida pela comissão técnica e pelas atletas mais experientes no processo de afirmação dentro da equipe.

— Acho muito importante a confiança que ele dá para todas as atletas e também o grupo, que nos deixa muito à vontade. Eu sempre falei isso nas entrevistas, que o apoio e a confiança das meninas do grupo, as mais velhas para as mais novas, dá um impacto muito grande — afirmou.

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— Deu para ver, tanto na convocação do Japão, que eu fiz o gol e tive um impacto bom na equipe. Acho que dá para falar também sobre a Johnson, que é da mesma idade que eu e teve bastante impacto também — completou.

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Mesmo em ascensão, a atacante admitiu que ainda não dimensiona totalmente o peso de vestir a camisa da Seleção Brasileira, principalmente ao dividir o campo com referências históricas.

— Não, não dá para ter muita noção... porque sempre foi um sonho estar aqui. Como na Copa América, estar jogando do lado da Marta... eu estava lá, mas não dava para acreditar. É muito legal a gente estar tendo esse impacto, sendo as atletas mais novas, mas é agradecer ao grupo também porque elas facilitam bastante para nos deixar confortáveis para fazer o nosso jogo — disse Dudinha.

Vivendo sua primeira experiência no futebol internacional, Dudinha também comentou sobre o processo de adaptação aos Estados Unidos após a transferência para o San Diego Wave.

— A proposta veio depois daquele jogo contra o Japão e acho que aquele jogo mudou de fato a minha vida. A adaptação no início foi um pouco difícil, acho que para qualquer pessoa, foi uma mudança de uma hora para outra para outro país, sem saber falar o idioma — revelou. — Mas, graças a Deus, me adaptei bem e consegui me encaixar com o time e esse ano estou muito mais confortável e fazendo bons jogos — seguiu.

Dentro de campo, a atacante tem contribuído com gols e assistências e destacou o ambiente no clube como fator determinante para o bom desempenho.

— As chegadas da Ludmila e da Portilho também ajudaram bastante para se enturmar, conseguir falar o meu idioma um pouco e brincar no dia a dia. É um ambiente muito leve, facilita, gosto muito de estar lá e estar conseguindo ajudar o time com assistências e gols — afirmou.

Dudinha, da Seleção Brasileira e do São Paulo, chama atenção de clubes do exterior. (Foto: Lívia Villas Boas / CBF)
Dudinha atuando pela Seleção Brasileira. (Foto: Lívia Villas Boas / CBF)

Sobre a pressão em jogos importantes, Dudinha adotou um discurso de naturalidade e foco.

— A pressão todo mundo sente, mas eu gosto de falar que são esses jogos que a gente tem que gostar de jogar. Os jogos difíceis, os jogos que trazem desafios — disse.

— Eu não faço trabalho psicológico, tenho muita fé em Deus e oro bastante antes dos jogos. Mentalizo bastante também antes do jogo o que eu vou fazer, um gol, uma jogada, e isso me ajuda na hora da partida — completou.

A atacante projetou os confrontos da Fifa Series e comparou o formato a uma fase de grupos de competição internacional.

— A expectativa é ganhar, sempre queremos ganhar de qualquer seleção e jogar bem. Creio que sim, será mais ou menos como uma fase de grupos de uma Copa. Estamos no nosso país, com a nossa torcida, então acho que vamos fazer grandes jogos — concluiu.

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