Fortaleza estuda parceria com o R4 para manter futebol feminino em 2026, mas formato ainda é discutido internamente
Tricolor do Pici havia comunicado que não disputaria Série A1, mas cenário pode mudar

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Dias após anunciar o encerramento dos investimentos diretos no futebol feminino, o Fortaleza passou a estudar, nos bastidores, alternativas para manter a equipe ativa em 2026. Uma das possibilidades em discussão envolve uma parceria com o R4, projeto comandado por Ronaldo Angelim, ex-zagueiro e ídolo do Flamengo.
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A movimentação ocorre em clima de cautela e negociação, sem decisões definitivas tomadas até o momento. A informação sobre a articulação inicial entre Fortaleza e R4 foi divulgada primeiramente pelos perfis No Lance e Resenha do Leão, e confirmada pelo Lance!.
As conversas ainda estão em estágio inicial e qualquer avanço depende de uma definição clara sobre o cenário esportivo e regulatório da temporada.
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Como funcionaria a possível parceria
Pelo desenho inicial discutido internamente, o R4 ficaria responsável pela parte administrativa, enquanto o Fortaleza poderia contribuir com a cessão atletas e profissionais para a estrutura do futebol feminino.
A ideia seria uma espécie de parceria por empréstimo, sem que o clube assumisse, neste momento, o mesmo nível de investimento realizado nos últimos anos. As Leoas, inclusive, podem jogar na região do Cariri Cearense em 2026.
Internamente, a avaliação é de que nenhuma decisão será tomada antes de haver 100% de definição sobre qual divisão a equipe poderia disputar em 2026. As partes seguem conversando e analisando cenários possíveis.
A1, A3 ou indefinição
O cenário mais sensível envolve a Série A1 do Brasileirão Feminino. Com a desistência do Fortaleza da elite nacional, a vaga, por mérito esportivo, seria herdada pelo Mixto, que terminou a temporada anterior em posição que o credencia à substituição. Mas o cenário pode mudar se a diretoria tricolor fechar a parceria.
Conforme apurou o Lance!, o Mixto já trabalha com a possível vaga na A1, está em fase final de montagem de elenco e tem apresentação marcada para o próximo dia 12 de janeiro, o que indica planejamento em curso para disputar a elite.
Também segundo apurou a reportagem, ainda não há data para comunicação oficial aos clubes que ocuparão as vagas no Brasileirão Feminino após desistências de Fortaleza e Real Brasília. A entidade aguarda definições internas, e está em recesso no modelo presencial, mantendo atividades remotas.
Mesmo assim, nos bastidores, ainda há incertezas regulatórias que mantêm o cenário em aberto. Paralelamente, existe também a possibilidade de o projeto Fortaleza/R4 disputar a Série A3, competição na qual o R4 possui ligação direta e garantia de vaga.
Desta forma , o clima é de prudência. Nenhuma das alternativas — seja a manutenção na A1, a disputa da A3 ou até mesmo a não continuidade do projeto em nível nacional — está descartada neste momento.
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