Brasil defende invencibilidade contra a Venezuela e Arthur Elias alerta: 'Manter a consistência'
Treinador relembrou último jogo, vencido por 2 a 0 na Copa América de 2025

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O Brasil enfrenta a Venezuela nesta quarta-feira (4), às 18h30 (horário de Brasília), no segundo amistoso preparatório do ano. A partida, que será disputada no Centro de Treinamento da Federação Mexicana de Futebol, em Toluca, marca o segundo compromisso da equipe no ano e terá transmissão do SporTV.
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Apesar da Seleção Feminina nunca ter perdido para a Venezuela, o técnico Arthur Elias adota um discurso de cautela e reconhece o crescimento das adversárias nos últimos anos.
— A Venezuela é uma equipe que tem sido agressiva na sua marcação, tem jogadoras com experiência internacional e em grandes clubes. Como todas as seleções, também está evoluindo. A vantagem do treinador ou a treinadora brasileira do outro lado é sempre conhecer melhor individualmente as jogadoras. No plano coletivo, todo mundo estuda todo mundo. Precisamos ter o foco no que é o jogo —disse o técnico, ao site da CBF.
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Duda Sampaio conduz bola em Brasil x Venezuela, pela Copa América 2025. (Foto: Lívia Villas Boas / CBF)
Nos últimos dez confrontos contra a Venezuela, o Brasil venceu todos, marcou 51 gols e sofreu apenas um, segundo dados da plataforma O Gol. O retrospecto amplamente favorável, porém, não apaga o grau de dificuldade do duelo mais recente.
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Justamente o último encontro entre as seleções, pela Copa América, em 13 de julho do ano passado, foi considerado um dos mais equilibrados: vitória brasileira por 2 a 0 (gols de Amanda Gutierres e Duda Sampaio), em partida que exigiu paciência e ajuste tático, como relembrou Arthur.
— Brasil e Venezuela foi um jogo muito difícil na Copa América, principalmente em relação a altitude, pois as venezuelanas já estavam adaptadas. Aqui (em Toluca) as duas seleções estão em um mesmo patamar em relação a essa adaptação. Mas também temos que aproveitar, focar não só no adversário, mas no crescimento da Seleção Brasileira, dar oportunidade para as jogadoras e manter a consistência ao longo de todo o jogo — finalizou.
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