Desempenho de Bortoleto no GP do Japão repercute: 'Sofreu muito'
O brasileiro chegou a reagir com ironia ao engenheiro da Audi no rádio

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O GP do Japão foi um teste de paciência para Gabriel Bortoleto. Cruzando a linha de chegada em uma discreta 13ª posição, o brasileiro deixou Suzuka sem somar pontos, mantendo o jejum que carrega desde o GP da Austrália. O desempenho evidenciou a baixa performance do R26: embora o monoposto da Audi tenha demonstrado equilíbrio nas curvas, o déficit de potência nas retas tornou o paulista um alvo fácil para os adversários.
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As limitações do carro não repercutiram apenas na tabela de classificação, mas também nas redes sociais. Internautas e especialistas apontaram que os problemas estruturais da equipe alemã ficaram evidentes no traçado japonês, dificultando qualquer tentativa de reação do piloto.
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De acordo com a jornalista Julianne Cerasoli, o clima de tensão atingiu o ápice em uma comunicação via rádio. Ao ser instruído pelo engenheiro da Audi a "compreender as limitações de potência" do modelo atual, Gabriel respondeu com uma ironia cortante, expondo a obviedade do problema: "Eu acho que percebi isso há umas 50 voltas".
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Análise de Gabriel Bortoleto sobre a corrida
Em entrevista pós-corrida, ele abriu o jogo sobre o que ainda falta para a equipe evoluir na temporada da Formula 1.
— Isso já vem desde a Austrália, foi de três, quatro posições lá. Na China eu não larguei, mas o Nico largou e perdeu todas as posições. A gente sofre bastante com largada, é algo que a gente estava tentando ajustar, mas tem sido complicado. Mas isso faz parte, não tem o que fazer. A gente sabe dos problemas que a gente tem e estamos trabalhando para solucionar eles.
Bortoleto analisou o comportamento do carro durante a corrida em Suzuka. O chassi demonstrou aderência adequada nas curvas, mas a falta de velocidade nas retas impediu que o brasileiro mantivesse as posições conquistadas nos trechos sinuosos.
— Eu acho que, de grip, comparado aos carros que estavam brigando com a gente, eu até estava melhor nas curvas. O problema é que, bom, a gente precisa investigar ainda, mas de reta faltou um pouco, a gente teve algum problema. Eu não estava conseguindo acompanhar os caras na reta, fui bastante ultrapassado e não tinha como me manter ali — declarou.
A equipe Audi ainda investiga a causa exata dos problemas de desempenho nas retas. Os fatores específicos que impediram um melhor resultado na corrida seguem em análise.
A Fórmula 1 terá um mês de pausa antes da próxima etapa. Durante esse período, a Audi trabalhará para solucionar os problemas identificados.

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