Após problemas no Japão, Bortoleto define o que falta na F1
Piloto brasileiro terminou a terceira etapa da Fórmula 1 na 13ª colocação

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Gabriel Bortoleto terminou o GP do Japão na 13ª posição após enfrentar dificuldades na largada e ao longo da corrida em Suzuka. Apesar de um bom comportamento do carro nas curvas, brasileiro teve problemas de desempenho em reta, o que atrapalhou na corrida de recuperação. Em entrevista pós-corrida, ele abriu o jogo sobre o que ainda falta para a equipe evoluir na temporada da Formula 1.
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— Eu acho que, de grip, comparado aos carros que estavam brigando com a gente, eu até estava melhor nas curvas. O problema é que, bom, a gente precisa investigar ainda, mas de reta faltou um pouco, a gente teve algum problema. Eu não estava conseguindo acompanhar os caras na reta, fui bastante ultrapassado e não tinha como me manter ali — disse Bortoleto, que completou:
— A gente precisa de tempo agora para analisar tudo e ir para a próxima. Mas estou feliz com o carro, com o chassi em si que a gente teve esse final de semana. Fizemos uma boa classificação, na corrida o grip era ok, faltaram só alguns outros fatores.

Bortoleto largou na nona posição, mas perdeu quatro colocações logo no início – um cenário que, segundo ele, não é novidade para a equipe. O piloto destacou que as dificuldades nas largadas vêm se repetindo desde o início do campeonato e seguem como um dos principais pontos de atenção.
— Isso já vem desde a Austrália, foi de três, quatro posições lá. Na China eu não larguei, mas o Nico largou e perdeu todas as posições. A gente sofre bastante com largada, é algo que a gente estava tentando ajustar, mas tem sido complicado. Mas isso faz parte, não tem o que fazer. A gente sabe dos problemas que a gente tem e estamos trabalhando para solucionar eles.
Mesmo com os desafios, o jovem piloto da Audi demonstrou confiança no trabalho da equipe. A projeção, agora, é aproveitar o período sem corridas como uma oportunidade para evolução, especialmente com ajustes técnicos e desenvolvimento do carro nas fábricas.
— Lógico que eu queria que fosse tudo perfeito: motor, carro, largada… mas infelizmente não é. Não é agora que a gente tem isso, mas a gente está trabalhando para arrumar tudo isso. Agora que tem um mês parado a gente vai dar o nosso melhor no dinamômetro, voltar na fábrica, tanto na Alemanha quanto na Suíça, e tentar arrumar isso – concluiu.
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