Tironi no Lance!: O Brasileiro de 2025 já tem o nome: Ramon Abatti Abel
Árbitro protagonizou atuação desastrosa no clássico entre São Paulo e Palmeiras

Ramon Abatti Abel terá seu nome marcado para sempre na história do Campeonato Brasileiro de 2025. Ele foi o árbitro de São Paulo 2 x 3 Palmeiras.
Seu nome está marcado neste jogo como Márcio Rezende de Freitas está marcado na história do Brasileiro de 2005 com Corinthians x Inter e no Brasileiro de 1995 com Botafogo x Santos. Houve um Corinthians x Portuguesa que ganhou o nome de "jogo do Castrilli". Javier Castrilli foi um árbitro argentino que operou a Portuguesa em um clássico contra o Corinthians. Já o paraguaio Carlos Amarilla também nomeou um jogo. Foi um Corinthians x Boca Juniors em que o time brasileiro foi tirado da Libertadores pela atuação do homem do apito.
Ramon Abatti Abel sempre escalado em jogos importantes
Ramon Abatti Abel é árbitro Fifa e é (ou era até o fim de semana) o preferido da comissão de arbitragem, sempre apitando jogos importantes. E errando. São Paulo 2 x 3 Palmeiras ultrapassou todos os limites e os lances estão aí para qualquer um ver.

Horas depois da arbitragem desastrosa, Ramon Abatti Abel e o árbitro do VAR Ilbert Estevam da Silva foram afastados de suas funções. E aqui tem um ponto importante.
O que vai ser feito com os árbitros? A CBF fala em treinamento, reciclagem e outros nomes que dizem muito pouco. Faço a pergunta: quando um pênalti como o de Allan em Tapia não é marcado, a dupla responsável por esta aberração terá uma sessão de aulas de pênalti para se aprimorar? E faço outra pergunta: se o árbitro em campo não considerou pênalti e o árbitro de VAR com dezenas de câmeras para analisar entendeu que também não foi, há salvação? Ou estamos diante de um caso de inabilidade para determinado ofício?
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Quando acontece um desastre como o de domingo no Morumbis, surgem os defensores da "profissionalização dos árbitros". Ramon Abatti Abel, como árbitro FIFA, ganha R$ 7.280 por cada jogo apitado na Série A do Brasileiro. Nas duas últimas rodadas foi escalado. Portanto, no prazo de menos de uma semana embolsou R$ 14.560, sem contar descontos, o que significa um salário maior do que mais de 90% da população brasileira e mais do que 95% de pessoas que militam no mercado do futebol.
Não foi por falta de carteira assinada nem de condições de trabalho que Ramon Abatti Abel fez o que fez no fim de semana no Morumbis.
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