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Vasco e Boca Juniors apostam em ídolos na gestão do futebol

Pedrinho e Felipe representam o Vasco, enquanto Riquelme lidera uma estrutura no Boca Juniors que reúne outros nomes históricos

PorPedro Cobalea•Rio de Janeiro (RJ)
12/10/2026 17:04
Felipe e Pedrinho, diretor técnico e presidente do Vasco
Felipe e Pedrinho, diretor técnico e presidente do Vasco (Foto: Leandro Amorim/Vasco)

Vasco e Boca Juniors se enfrentam nesta terça-feira (11), pelo jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana. Além da disputa dentro de campo, os clubes têm em comum a presença de ex-jogadores que marcaram época com suas camisas e hoje ocupam cargos importantes nos bastidores, com participação direta na gestão do futebol.

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No Vasco, Pedrinho ocupa a presidência, enquanto Felipe atua como diretor técnico e Luisinho Quintanilha integra a comissão técnica permanente. Do lado argentino, Juan Román Riquelme, um dos maiores nomes da história do Boca, é o presidente do clube. A estrutura também conta os ex-jogadores com Marcelo Delgado como diretor esportivo, Rodolfo Arruabarrena como treinador e Blas Giunta ligado ao trabalho de formação de jogadores.

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Vasco reúne ídolos na gestão e na comissão técnica

Pedrinho assumiu a presidência do Vasco associativo em janeiro de 2024, depois de vencer a eleição realizada no fim de 2023. Revelado nas categorias de base do clube, o ex-meia integrou a geração campeã da Libertadores de 1998 e construiu uma trajetória marcada pela identificação com a torcida cruz-maltina.

À frente do clube, Pedrinho passou a lidar com desafios administrativos e financeiros, além das decisões relacionadas ao futebol. Com o afastamento da 777 Partners do controle da SAF, em 2024, o dirigente assumiu papel central na condução do futebol vascaíno. O presidente também foi peça-chave nas negociações com Marcos Lamacchia para a venda de 90% da SAF à Almirante Participações e Empreendimentos S/A. O acordo será submetido à votação dos sócios estatutários ainda neste mês de outubro.

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Outro nome histórico que ocupa uma função estratégica é Felipe. Ex-jogador e multicampeão pelo Vasco, ele passou a exercer o cargo de diretor técnico e participa do planejamento esportivo. Sua atuação inclui a avaliação do elenco e o acompanhamento do trabalho desenvolvido nas categorias de base.

Pedrinho e Felipe com a taça da Libertadores de 1998
Pedrinho e Felipe com a taça da Libertadores de 1998 (Foto: Reprodução)

A presença de ídolos também chega à comissão técnica. Luisinho Quintanilha foi anunciado em janeiro de 2025 como auxiliar técnico permanente. Um dos jogadores mais vitoriosos da história do clube, conquistou títulos como o Campeonato Brasileiro de 1997 e 2000 e a Libertadores de 1998.

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Lazaroni e Luisinho
Bruno Lazaroni ao lado de Luisinho Quintanilha quando chegaram ao Vasco (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Boca tem Riquelme no centro das decisões

Riquelme assumiu a presidência em dezembro de 2023, após vencer a eleição contra Andrés Ibarra. Antes de chegar ao cargo máximo, Riquelme já havia trabalhado na direção do clube como vice-presidente de futebol, a partir de 2019.

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Na estrutura, Marcelo Delgado ocupa o cargo de diretor esportivo. Ex-atacante e campeão da Libertadores pelo Boca, o dirigente trabalha diretamente na organização do futebol e nas negociações, em uma posição próxima a Riquelme.

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Riquelme ao lado de Delgado
Riquelme ao lado de Delgado (Foto: Reprodução)

No comando da equipe principal está Rodolfo Arruabarrena, anunciado em junho de 2026 com contrato até dezembro de 2027. Ex-lateral do Boca, o treinador também conhece a história do clube por dentro: como jogador, conquistou a Libertadores de 2000 e títulos nacionais antes de seguir carreira no exterior.

Arruabarrena na partida entre Boca e Santa Fe
Arruabarrena na partida entre Boca e Santa Fe (Foto: Alejandro PAGNI / AFP)

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Outro nome ligado à história do Boca é Blas Giunta, que atua na estrutura de formação do clube. Ex-volante e antigo jogador da equipe, ele integra o trabalho voltado à identificação e ao desenvolvimento de jovens talentos.

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A presença de ídolos nos bastidores reforça a ligação dos clubes com sua história. Depois de fazer muito por seus times dentro de campo, agora eles têm o desafio de aplicar a experiência acumulada em decisões que envolvem as gestões de Vasco e Boca.

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