Mini-craques do Futuro: Bonini e o desafio da transição para o profissional
Campeão do Pan Júnior inicia a temporada neste domingo, em Brasília

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Em agosto de 2025, o paranaense João Pedro Bonini, ex-número 18 do ranking mundial juvenil, viveu a maior emoção da carreira até aqui, ao conquistar o Pan-Americano Júnior, em Assunção. Com a vaga já garantida no Pan de Lima, em 2027, esse atleta radicado no Rio de Janeiro, de 18 anos, inicia, neste domingo, a temporada de 2026, no qualifying do Challenger de Brasília.
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Bonini começou a jogar entre os 3 e 4 anos de idade, já que a mãe e o padrasto eram tenistas amadores, inclusive se conheceram em um clube que tinha a modalidade, e o incentivaram a dar as primeiras raquetadas.
No Pan Júnior, a medalha de ouro do brasileiro, que tem como ídolo o suíço Roger Federer, veio com vitória, de virada, sobre o argentino Dante Pagani, por 3/6, 6/2 e 6/3:
- Foi uma felicidade extrema, sabia da importância de ganhar o Pan-Americano, fui com a cabeça muito bem preparada, para dar tudo de mim e conseguir a vaga. Quando ganhei estava muito emocionado por toda a equipe do COB que estava lá comigo, foi uma semana incrível - recorda o atleta da Tennis Route, em entrevista exclusiva ao Lance!
Bonini já treinou com João Fonseca
Ano passado, além do alto do pódio no Paraguai, João disputou as chaves juvenis de três dos quatro Grand Slams da temporada, Roland Garros, Wimbledon e US Open. Nesse último, em Nova York, chegou a treinar com o número 1 do Brasil, João Fonseca, o que não chega a ser uma novidade na trajetória do paranaense, mas sempre um aprendizado:
- Já tive oportunidades de treinar com ele no Rio de Janeiro, tento observar as atitudes dele dentro da quadra, a forma como ele treina, lida com as adversidades dos treinos. Mais do que isso, a gente sabe que é um jogador extraordinário, e a forma como ele lida com as situações dentro do jogo é algo que tento aprender, ele é a referência que temos no Brasil hoje. E sempre que eu puder estar com ele na quadra, vou tentar absorver ao máximo.

Por falar no melhor tenista do país, em 2025 Bonini chegou à final do Banana Bowl, o mais tradicional torneio juvenil do país. Nos últimos 10 anos, apenas o paranaense e João Fonseca chegaram tão longe n competição:
- Eu me sinto muito bem quando jogo em Blumenau, me sinto em casa, tenho amigos lá, gosto bastante das condições. Foi um torneio que me deu muita visibilidade, o que foi bastante importante - recorda.
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Recuperado de lesão, o paranaense estreia neste domingo no quali do Challenger de Brasília. Apesar do que vem conquistando, o brasileiro prefere não estabelecer metas para a temporada:
- Estou voltando a competir agora, o que mais quero, nessa transição, é jogar os torneios, vivenciar o circuito profissional, trabalhando duro no dia a dia e tentar aproveitar as oportunidades que estou tendo. Estou treinando muito bem, agora é trabalhar e competir que os resultados virão. Como é meu primeiro ano no circuito profissional, quero entrar no ranking e deixar as coisas acontecerem naturalmente, sem colocar nenhuma pressão extra.

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