Bernardinho compara tênis com vôlei e elogia João Fonseca
Técnico multicampeão concedeu entrevista ao podcast New Balls Please

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Uma das celebridades que prestigiaram o Rio Open, Bernardinho é fã de tênis e já praticou o esporte. Em entrevista ao podcast New Balls Please, de Fernando Meligeni e Fernando Nardini, durante o ATP 500 no Jockey Club, divulgada na terça-feira, o técnico da seleção brasileira masculina de vôlei e do Sesc-Flamengo falou sobre a modalidade da bolinha e do número 1 do país, João Fonseca.
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- Na minha família, o esporte sempre foi muito presente, então todos nós praticamos um pouco, brinquei, joguei tênis, cheguei a jogar torneios de quarta classe. E tem um dos livros mais interessantes de esporte, que fala sobre a questão emocional, 'The Inner Game of Tennis' ('O Jogo Interior do Tênis'). E vejo uma similaridade com o vôlei, que é muito falar com você mesmo. A diferença é que o vôlei é coletivo, você consegue, como na dupla, eventualmente, dividir um pouco, compartilha as suas tensões, suas individualidades. Já nas simples você está sozinho, tem o self-talk, falar com você mesmo.
Como fã do tênis, Bernardinho diz ter acompanhando nomes com Thomaz Koch, Carlos Alberto Kirmayr e, claro, Gustavo Kuerten, único do país, no masculino, a chegar ao topo do ranking mundial.
Bernardinho espera que país aproveite o fenômeno João Fonseca
- Espero que nós aproveitemos de uma forma sábia o surgimento de um garoto bacana, que é o João Fonseca, popular, um ídolo, a mãe foi jogadora de vôlei, para pontuar bem. Eu acho que o tênis não aproveitou a era Guga, esse fenômeno, um rapaz com uma popularidade incrível, um manezinho adorável, um super campeão. Não surgiu um movimento, um projeto realmente.
Um dos maiores campeões da história do vôlei, com destaque para o bicampeonato olímpico (em 2004 e 2016), o treinador trouxe também um ensinamento sobre os fora-de-série, independente da modalidade:
- Eu posso melhorar o seu backhand, seu voleio, o seu saque, o que quer que seja, mas não posso incutir em você vontade. Ou você tem, ou não tem. A inspiração vem de fora, a vontade, de dentro. Se não tiver, não existe treinador no mundo que vai incutir. Se não tem a chama, não tem onde colocar gasolina, onde jogar oxigênio para ela inflamar. O Rio Open é impressionante, tem uma dimensão espetacular, é muito bacana viver isso aqui, mas que a gente saiba aproveitar. Não é só produzir o número 1 do mundo, mas estar em produção consistentemente. Por que a Argentina, por exemplo, produz mais que nós?
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