Loio no Lance! e as lições da derrota do Brasil para o Canadá na Davis
Time dirigido por Jaime Oncins teve bons momentos em Vancouver

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Sem João Fonseca, enfrentar o Canadá, em Vancouver, na quadra rápida coberta, já seria um baita desafio. E, apesar da derrota, por 3 a 2, os comandados por Jaime Oncins tiveram seus bons momentos no confronto, mostrando condições de representar o país em futuras convocações.
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Logo no primeiro dia, o paulista radicado no Rio de Janeiro Gustavo Heide, de 23 anos e 261º do mundo, conquistou a segunda maior vitória da carreira, derrubando o gigante Gabriel Diallo, de 2,03m, 39º do ranking, por 7/6, 3/6 e 7/6. O brasileiro deixou ótima impressão pela serenidade e talento para se sair de momentos complicados da partida. Muito bom sacador, Heide encaixou 10 aces que foram fundamentais.
No outro ponto que o time dirigido por Jaime Oncins conquistou no confronto, os gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos confirmaram a ótima fase, após alcançarem as quartas de final do Australian Open, há duas semanas. Em Vancouver, eles venceram Liam Draxl e Cleeve Harper, de virada, por 3/6, 6/4 e 7/5.
Também contra o favoritíssimo Diallo, o campineiro Mateus Pucinelli (292º) venceu um dos pontos mais incríveis do ano (vídeo abaixo), mas acabou derrotado por 3/6, 6/1 e 7/6 (4). Revés à parte, o paulista de 24 anos fez um grande jogo, deixou tudo em quadra e perdeu no detalhe.
Draxl fez a diferença na Davis
A derrota brasileira no duelo se deve muito mais pelas ótimas atuações de Draxl, nas simples, do que por falta de luta dos convocados por Oncins. O anfitrião (152º) superou o pernambucano João Lucas Reis (207º), na abertura do confronto, por duplo 6/3, e Heide, na última partida (6/3 e 6/4), jogando junto com a torcida nos momentos importantes.
Draxl classificou o triunfo sobre Heide como 'a maior partida da carreira até aqui'.
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