Carrasco da Argentina: veja atuações históricas de Adriano Imperador pelo Brasil
Ídolo do Flamengo foi decisivo em duas finais contra os hermanos

Adriano Imperador, grande nome do futebol brasileiro, irá se despedir dos gramados no domingo (15), às 17h (de Brasília), no Maracanã. O amistoso, que reunirá craques do Flamengo de um lado e, do outro, da Inter de Milão, contará com ex-companheiros dele da Seleção. Com a Amarelinha, aliás, o atacante se tornou um carrasco da Argentina. O Lance! relembra os confrontos históricos.
➡️ Adriano Imperador: na despedida do atacante, relembre polêmicas
Atuação decisiva de Adriano na final da Copa América de 2004
A exibição de Adriano pela Seleção no dia 25 de julho de 2004, no Estádio Nacional de Lima, no Peru, entrou para a história. O Brasil perdia para a Argentina por 2 a 1, com gols de Kily González e Delgado. Já na reta final da partida, os argentinos celebravam a conquista diante do grande rival no futebol mundial. Foi ai que apareceu Adriano Imperador.
O atacante ficou na bronca com a provocação dos argentinos, que ficaram enrolando o jogo para o tempo passar. Carlos Tévez, inclusive, pedalou na linha de fundo e sofreu falta. O confronto estava pegado naquele momento.
Aos 48 minutos, Diego Ribas, ídolo do Flamengo, lançou bola para a área. Para fugir da marcação, Adriano abriu o braço, deu um leve toque na bola e, em seguida, chutou com força, sem chance para o goleiro Roberto Abbondanzieri.
Com a empate por 2 a 2, a decisão foi para os pênaltis. A Canarinho venceu por 4 a 2 com gol, inclusive, do Imperador.

O Brasil entrou em campo com: Júlio César; Maicon, Luisão, Juan e Gustavo Nery; Kléberson, Renato, Edu e Alex; Luís Fabiano e Adriano. Técnico: Parreira.
Atropelo contra a Argentina pela Copa das Confederações
Adriano voltou a vitimar a Argentina no ano seguinte. Na Alemanha, o Brasil atropelou o rival por 4 a 1, com dois gols do atacante, além de tentos de Kaká e Ronaldinho Gaúcho.
O Brasil iniciou a partida com: Dida; Cicinho, Lúcio, Roque Júnior e Gilberto; Emerson, Zé Roberto e Kaká; Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Adriano. Técnico: Parreira.
Além da atuação brilhante na final, o Imperador foi eleito o melhor jogador da competição, além de ficar com a chuteira de ouro (artilheiro) com cinco gols.
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