menu hamburguer
imagem topo menu
logo Lance!X
Logo Lance!

Qual foi o "Grupo da Morte" em cada edição da Copa do Mundo

Veja quais foram os grupos mais difíceis de cada Copa desde 1970.

Avatar
Lance!
São Paulo (SP)
Dia 25/03/2026
07:11
Brasil x INglaterra - Copa do Mundo de 1970
imagem cameraBrasil, Inglaterra e Tchecoslováquia formaram o primeiro “grupo da morte” da história das Copas. (FOTO: DOMICIO PINHEIRO/AE)

  • Matéria
  • Mais Notícias
Ver Resumo da matéria por IA
O termo 'grupo da morte' descreve grupos de Copa do Mundo com várias seleções fortes.
A expressão surgiu na Copa de 1970, referindo-se ao Grupo 3, que incluía Brasil e Inglaterra.
Diversos grupos, como Argentina, Itália e França, foram considerados 'grupo da morte' em diferentes edições.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

O termo "grupo da morte" é usado no futebol para descrever um grupo de Copa do Mundo que reúne várias seleções fortes, tornando a disputa pela classificação especialmente difícil. Em geral, esse tipo de grupo inclui campeões mundiais, potências tradicionais ou seleções que chegam ao torneio em grande fase. O Lance! responde qual foi o "Grupo da Morte" em cada edição da Copa do Mundo.

continua após a publicidade

➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte

A expressão surgiu no futebol internacional durante a Copa do Mundo de 1970, no México. Jornalistas mexicanos passaram a usar o termo "grupo de la muerte" para descrever o Grupo 3 daquele Mundial, que reunia Brasil, Inglaterra, Tchecoslováquia e Romênia.

A partir dos anos seguintes, a expressão se popularizou entre jornalistas esportivos e passou a ser aplicada em praticamente todas as Copas para identificar o grupo considerado mais difícil da competição.

continua após a publicidade

Nem sempre há consenso absoluto sobre qual foi o grupo mais forte de cada edição, já que algumas Copas tiveram mais de uma chave com nível elevado. Ainda assim, é possível identificar quais grupos foram mais frequentemente apontados pela imprensa especializada como o "grupo da morte" de cada Mundial.

Qual foi o "Grupo da Morte" em cada edição da Copa do Mundo

Copa de 1970 – México

Grupo 3: Brasil, Inglaterra, Tchecoslováquia e Romênia.

Esse grupo ficou conhecido como o primeiro "grupo da morte" da história das Copas. Reunia o Brasil, que seria campeão daquele Mundial, a Inglaterra campeã de 1966 e uma forte seleção da Tchecoslováquia.

continua após a publicidade

Mundial de 1974 – Alemanha Ocidental

Segunda fase – Grupo A: Holanda, Brasil, Argentina e Alemanha Oriental.

O quadrangular da segunda fase reuniu algumas das seleções mais fortes do torneio, incluindo Brasil e Holanda, protagonistas daquele Mundial.

Copa de 1978 – Argentina

Grupo 1: Argentina, Itália, França e Hungria.

Considerado o grupo mais difícil da primeira fase, reunia três seleções tradicionais do futebol europeu e a anfitriã Argentina.

Mundial de 1982 – Espanha

Segunda fase – Grupo C: Brasil, Itália e Argentina.

Esse grupo é frequentemente citado como um dos mais fortes da história das Copas. Reunia a campeã vigente Argentina, a futura campeã Itália e a seleção brasileira de Telê Santana.

Copa de 1986 – México

Grupo E: Alemanha Ocidental, Dinamarca, Uruguai e Escócia.

O técnico uruguaio Omar Borrás chegou a chamar essa chave de "grupo da morte", expressão que se popularizou ainda mais naquele Mundial.

Mundial de 1990 – Itália

Grupo F: Holanda, Inglaterra, Irlanda e Egito.

Três seleções europeias tradicionais disputaram as vagas do grupo, que ficou conhecido pelo equilíbrio entre as equipes.

Copa de 1994 – Estados Unidos

Grupo E: México, Itália, Irlanda e Noruega.

Esse grupo entrou para a história por um fato curioso: todas as quatro seleções terminaram com quatro pontos, algo único na história das Copas.

Mundial de 1998 – França

Grupo G: Romênia, Inglaterra, Colômbia e Tunísia.

Romênia e Inglaterra eram seleções fortes na época, enquanto a Colômbia chegava com grande expectativa após boas campanhas anteriores.

Copa de 2002 – Coreia do Sul e Japão

Grupo F: Argentina, Inglaterra, Nigéria e Suécia.

Amplamente considerado o grupo da morte daquela Copa, reunia quatro seleções competitivas. A Argentina, uma das favoritas ao título, acabou eliminada ainda na fase de grupos.

Mundial de 2006 – Alemanha

Grupo C: Argentina, Holanda, Costa do Marfim e Sérvia e Montenegro.

Duas potências tradicionais do futebol mundial dividiram a chave com a forte geração da Costa do Marfim.

Copa de 2010 – África do Sul

Grupo G: Brasil, Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte.

Brasil e Portugal estavam entre as seleções mais fortes do torneio, enquanto a Costa do Marfim tinha uma geração talentosa liderada por Didier Drogba.

Mundial de 2014 – Brasil

Grupo D: Uruguai, Itália, Inglaterra e Costa Rica.

Esse grupo entrou para a história por reunir três campeões mundiais. A surpresa foi a classificação da Costa Rica como líder da chave.

Copa de 2018 – Rússia

Grupo D: Argentina, Croácia, Islândia e Nigéria.

A presença de Argentina e Croácia, além de duas seleções competitivas, fez com que esse grupo fosse considerado o mais difícil da edição.

Mundial de 2022 – Catar

Grupo E: Espanha, Alemanha, Japão e Costa Rica.

A chave reuniu dois campeões mundiais e uma seleção japonesa em crescimento. O grupo ficou marcado pela eliminação da Alemanha ainda na fase inicial do torneio.

O conceito de grupo da morte segue sendo uma das curiosidades mais discutidas antes de cada Copa do Mundo, já que o sorteio da fase de grupos costuma criar combinações que podem reunir algumas das seleções mais fortes do planeta logo na primeira etapa da competição.

  • Matéria
  • Mais Notícias