Camisa do Brasil bate recorde de vendas em meio a polêmicas e apesar do valor
Uniforme verde e amarelo se tornou um sucesso comercial, mesmo diante das críticas de torcedores; CBF pediu alteração no modelo

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O primeiro uniforme lançado pela Nike para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo bateu recorde de vendas. Apesar de não ter informado os números absolutos, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a e empresa norte-americana afirmam que a camisa vendeu 30% a mais em comparação ao uniforme do Mundial de 2014, realizado no Brasil, que, segundo a entidade, detinha o primeiro lugar de modelos mais vendidos. A informação é do portal "ESPN".
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Em edições anteriores da Copa, a CBF também havia comunicado o crescimento na venda das camisas. Em 2022, a Nike anunciou que o uniforme verde e amarelo havia vendido dez vezes mais em comparação ao modelo de 2018 nos dois primeiros dias de comercialização. A informação foi passada pelo então diretor de marketing da Fisia, distribuidora da marca esportiva no Brasil, Gustavo Viana ao portal "Uol".
Dessa vez, o recorde de venda chega em meio as polêmicas envolvendo a campanha de lançamento da camisa da Seleção Brasileira. A escolha do termo "Vai, Brasa" gerou incômodo em parte dos torcedores, que não curtiram o apelido dado à seleção. A frase aparece estampada na parte interna da camisa e nos meiões. A maioria criticou pelo fato do termo "Brasa" não ser popular entre a maioria das pessoas.
CBF determina mudança no uniforme
A CBF determinou a troca da inscrição nos meiões do uniforme titular da Seleção Brasileira. A palavra "Brasa" será substituída por "Brasil" nos equipamentos produzidos pela fornecedora Nike. O presidente Samir Xaud anunciou a mudança nesta quinta-feira (26), em entrevista excluisva à ESPN, em Boston, onde a equipe enfrenta a França nesta quinta.
O dirigente justificou a decisão pelo respeito aos símbolos nacionais. Xaud revelou que a gestão atual da CBF herdou o contrato com a Nike da administração anterior. O presidente afirmou ter sido surpreendido pela inscrição, pois o material apresentado inicialmente à Confederação não continha a palavra "Brasa".
Além das polêmicas, as camisas foram lançadas por altos valores nas plataformas das lojas em todo o país. A Nike lançou as peças nas versões "torcedor" e "jogador". A mais barata sai por R$ 449,99, enquanto a outra categoria sai por R$ 749,99. Mesmo assim, a camisa do Mundial 2026 já pode ser considerada um sucesso comercial.

Internautas acusam 2ª camisa da Seleção Brasileira de estampar imagem de demônio
A camisa dois também apareceu entre as críticas dos torcedores. A peça adotou o lema "Joga sinistro" e tem como cores dominantes azul escuro e preto, cor inédita no uniforme da seleção que aparece com manchas abstratas espalhadas pela peça. Apesar da Nike não ter explicado que o design escuro no centro do uniforme azul representa um "sapo-flecha venenoso alertando seus predadores", animal presente na fauna brasileira, alguns internautas apontam que a imagem a figura sombria de um "demônio".
No site oficial da Nike, a patrocinadora oficial da Seleção explica que as cores vibrantes tem a ver com o anfíbio brasileiro, que é venenoso, e aparece na campanha como uma forma de lembrar aos adversários "que enfrentar o Brasil é por sua própria conta e risco", diz o anúncio da empresa norte-americana.
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