Ifab recusa proposta de Arsène Wenger por nova regra do impedimento
Responsável pelas regras do futebol é contrária à proposta do ex-treinador

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A International Football Association Board (Ifab) decidiu não avançar com a chamada "Lei Wenger", proposta que previa mudanças na regra do impedimento. A definição ocorreu nesta terça-feira (20), em reunião realizada em Londres, e manteve o tema fora da pauta de alterações imediatas nas Leis do Jogo.
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O encontro antecedeu a assembleia-geral marcada para 28 de fevereiro, em Cardiff, no País de Gales. Durante a reunião, os membros da Ifab optaram por não avaliar uma modificação formal na regra do impedimento, apesar da expectativa em torno do tema nos dias anteriores. A informação foi publicada primeiramente pelo jornal "Às", da Espanha.
Antes do encontro, tanto a Uefa quanto as quatro federações britânicas fundadoras da Ifab — Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte — já haviam sinalizado oposição à proposta apresentada por Arsène Wenger. A ideia era que a infração fosse marcada apenas se o atacante estiver com o corpo completamente à frente do defensor.
A avaliação das entidades é de que a mudança poderia gerar dificuldades na organização defensiva das equipes. A posição contrastava com a da Fifa, que via a iniciativa como uma possibilidade de estimular o jogo ofensivo.
Apesar do descarte da aplicação imediata, a Ifab decidiu manter testes relacionados ao impedimento. Em comunicado, a entidade informou que as experiências continuarão em competições específicas. De acordo com a BBC, a Premier League do Canadá manifestou interesse em realizar testes com o modelo proposto por Wenger.

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