Fã de Isa Haas, Sophie Lottermann fala sobre experiência na Seleção Brasileira sub-17: 'Extraordinária'
Zagueira com passagens pela base do Inter está no Benfica Residential Academy

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Aos 16 anos, a zagueira Sophie Lottermann, que atua na Benfica Residential Academy, segue sua trajetória com o sonho de ser atleta profissional um dia. Em entrevista exclusiva ao Lance!, a defensora falou sobre a trajetória, adaptação fora do país e expectativas para o futuro, durante período de treinos da Seleção Sub-17 em Guararema, no interior de São Paulo.
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Entre os dias 5 e 15 de março, a zagueira esteve entre as 31 convocadas que iniciaram a preparação para o Sul-Americano da categoria, No meio de um grupo cada vez mais competitivo, Sophie vive um dos momentos mais marcantes da carreira.
— Nossa, uma honra. É extraordinário estar aqui, poder estar do lado dessas meninas muito queridas. O grupo é muito bom — conta, com a naturalidade de quem começa a se acostumar com o peso da camisa da Seleção.
A trajetória até ali começou longe dos grandes centros de treinamento. Ainda criança, foi dentro de casa que nasceu a paixão pelo futebol.
— Comecei quando eu tinha mais ou menos uns 10 anos. Jogava com meu pai no corredor de casa durante a pandemia — relembra. O talento chamou atenção nas escolinhas e abriu caminho para o primeiro grande passo.
O destino foi o Internacional, clube do coração e ponto de formação. Em Porto Alegre, Sophie viveu quatro anos de crescimento técnico e pessoal.
— Fui muito feliz lá. Passei longos 4 anos da minha vida aprendendo muito, muitas pessoas que me ajudaram — diz.
Hoje, ela atua na Benfica Residential Academy, na Flórida, nos Estados Unidos, uma academia de alto rendimento ligada ao Sport Lisboa e Benfica, que combina formação esportiva e acadêmica em um ambiente internacional. Foi ali que Sophie passou a conviver com atletas de diferentes países e a acelerar seu desenvolvimento dentro e fora de campo. A adaptação, segundo ela, aconteceu de forma rápida.
— Me adaptei bem. O pessoal lá é muito querido. Eu já falava inglês quando morava aqui, mas aperfeiçoei muito melhor lá — explica. A vivência internacional também trouxe novas referências e reforçou o sonho de chegar ao mais alto nível.
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Perguntada sobre suas inspirações no esporte, Sophie cita dois nomes da Seleção Brasileira principal e revela desejo de conhecê-las pessoalmente.
— Na zaga eu gosto muito da Isa Haas, que também passou pelo Inter. Mas gosto muito da Angelina também — afirma.
Com o Sul-Americano no horizonte, a defensora mantém o foco no presente, mas já entende a dimensão do que está em jogo. O Brasil estará no Grupo B, ao lado de Equador, Peru, Venezuela e Uruguai, em busca de uma vaga no Mundial da categoria.
— A expectativa é muito boa, o grupo vem se fortalecendo a cada treino. Então é seguir evoluindo até o campeonato — projeta a jovem.
Entre Guararema e a Flórida, Sophie vai construindo uma trajetória que mistura raízes brasileiras e formação internacional. Ainda no início da caminhada, já mostra maturidade e ambição de quem sabe onde quer chegar. E faz questão de convocar a torcida para acompanhar de perto os próximos capítulos. "Tem que apoiar a gente, ficar ligado que vai ser um baita campeonato."
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