Pietra Lucci revela trajetória da peneira à Seleção Sub-17 e exalta formação na base do São Paulo
Ela começou no futebol ao lado do irmão e hoje recebe oportunidade com Rilany Silva

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Aos 15 anos, a meio-campista Pietra Lucci, destaque da base do São Paulo, começa a ganhar espaço na Seleção Brasileira Sub-17. Em entrevista exclusiva ao Lance!, a jovem contou como o futebol entrou na sua vida, as referências na carreira e o que projeta para o futuro.
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A história com a bola começa dentro de casa e com um toque de irreverência. Foi ao lado do irmão que Pietra deu os primeiros passos no esporte, ainda criança, em meio a brincadeiras que ajudaram a moldar sua personalidade competitiva.
— Eu comecei com o meu irmão. Ele sempre quis que minha mãe tivesse um menino, mas como não nasceu, veio eu. Então comecei com ele desde pequena, dando umas voadoras nele — relembra, aos risos.
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O talento apareceu cedo e logo abriu portas. Entre treinos com meninos e oportunidades que surgiam, Pietra agarrou a chance em uma peneira da Federação Paulista, um momento que mudaria sua trajetória.
— Tinha muita menina, mas eu já estava feliz só de estar lá. Depois fui chamada para fazer teste no Centro Olímpico, consegui passar e fiquei de 2020 a 2023 — conta. Foi nesse período que a jovem consolidou sua formação antes de dar o próximo passo na carreira.
A ida para o São Paulo marcou uma nova fase, com rotina intensa e alto nível de exigência. Em Cotia, Pietra encontrou um ambiente que potencializou seu desenvolvimento e ajudou a explicar o sucesso da base tricolor, que hoje domina convocações na categoria.
— Muito trabalho. Só quem tá lá dentro entende o quão intenso é. Mas eu sou muito feliz de estar lá, mesmo com toda a pressão. A comissão também é sensacional — destaca Lucci.
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No meio-campo, ela busca inspiração em nomes históricos e também em exemplos mais próximos. A veterana Formiga é uma das principais referências, especialmente após um encontro marcante.
— A gente teve um contato com ela no Paraguai e ela contou um pouco da história dela. Acho ela sensacional — diz. Ao mesmo tempo, Pietra observa o caminho de atletas reveladas pelo próprio clube. "Dudinha e Vitorinha são inspirações. A gente se vê ali também, quer chegar lá."
Com a Seleção, o foco agora está no Sul-Americano Sub-17, competição que vale vaga para o Mundial da categoria. Em um grupo que considera cada vez mais forte, a meio-campista mantém o discurso coletivo e confiança no trabalho. "O grupo tá muito coletivo, muito sensacional. Só tenho expectativas boas", afirma.

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