Astro critica atuação da Argentina após vitória sobre a Mauritânia: 'Fomos muito mal'
Goleiro da atual campeã mundial não gostou do desempenho do time

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A Argentina venceu a Mauritânia, equipe que ocupa a 115ª posição no ranking da Fifa, por 2 a 1 em partida amistosa disputada em La Bombonera, em Buenos Aires. Após o término do confronto, o goleiro Dibu Martínez expressou descontentamento com o desempenho do time comandado pelo técnico Lionel Scaloni.
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O atleta apontou a ausência de intensidade e velocidade durante a partida, cobrando uma postura diferente dos jogadores ao vestirem a camisa da equipe nacional da Argentina.
— Para falar a verdade fomos muito mal. Foi um dos jogos em que pior jogamos, ainda que seja amistosos. Faltou muita intensidade, jogo e velocidade. É algo que temos que analisar que quando colocamos a camisa da seleção precisamos fazer muito melhor. Cabe a mim aparecer quando preciso, e eles chegaram muito. Ganhamos, mas conhecíamos pouco o rival, e eles deram a vida. É preciso ter um pouco mais de coração.

Cancelamento da Finalíssima e impacto de lesão
O amistoso contra a seleção africana foi organizado para substituir a Finalíssima, competição que reuniria a Argentina e a Espanha, vencedora da Eurocopa. O duelo estava previsto para ocorrer no Catar, mas foi cancelado em decorrência dos conflitos no Oriente Médio.
Ao comentar sobre a não realização da partida contra os espanhóis, Martínez avaliou que a equipe sul-americana sairia derrotada se apresentasse o mesmo futebol do jogo contra a Mauritânia. O goleiro também relatou que o grupo atuou com precaução devido à lesão do jogador Panichelli, que rompeu o ligamento cruzado no dia anterior ao amistoso.
— Menos mal. Se jogássemos assim, perderíamos. No segundo tempo faltou intensidade, temos que melhorar. É verdade que não jogávamos juntos há muito tempo e também fizemos algumas mudanças na equipe. Ontem perdemos o Panichelli por uma lesão no ligamento cruzado, o que nos prejudicou bastante. Talvez hoje tenhamos jogado com um pouco menos de intensidade por medo de lesão, mas quando vestimos a camisa da seleção, temos que jogar muito melhor.
Resposta às críticas
Questionado a respeito das avaliações negativas direcionadas à seleção argentina originadas na Espanha, que seria a adversária na Finalíssima, o goleiro utilizou o histórico recente da equipe para responder. Ele mencionou a trajetória do time na última edição da Copa do Mundo, ressaltando que a falta de confrontos de peso na fase preparatória não impediu o avanço no torneio.
— A última Copa do Mundo foi a mesma coisa: não jogamos partidas importantes e mesmo assim fizemos um ótimo torneio. É um jogo de cada vez, e nós temos a experiência de ir longe, enquanto eles não.

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