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Olho Nela: sem Lorena, Seleção Feminina tem disputa por titularidade no gol

Lelê, do Corinthians, Camila, do Cruzeiro, e Thaís Lima, do Benfica, disputam titularidade

Giselly Correa Barata
São Paulo (SP)
Dia 09/04/2026
08:47
Camila Rodrigues, Lelê e Thaís Lima são as goleiras da Seleção Feminina na Fifa Series 2026. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
imagem cameraCamila Rodrigues, Lelê e Thaís Lima são as goleiras da Seleção Feminina na Fifa Series 2026. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

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A Seleção Feminina chega à disputa da Fifa Series com três goleiras convocadas e um cenário de maior concorrência na posição. Após o corte de Lorena, por uma lesão no quadril, Camila Rodrigues foi chamada para integrar o grupo ao lado de Lelê e Thaís Lima.

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A configuração reflete um momento em que diferentes perfis convivem na seleção principal, com critérios que consideram desempenho recente e minutagem em clubes. A evolução da posição e o leque de opções da Amarelinha é tema do Olho Nela desta semana.

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Temos a melhor geração de goleiras da Seleção Feminina?

Lelê, do Corinthians, mantém presença e segue como referência na posição, enquanto Camila retorna respaldada por boas atuações no início da temporada pelo Cruzeiro. Já Thaís Lima, próxima de completar 18 anos, representa a renovação e amplia a faixa etária do grupo.

Lelê, goleira do Corinthians, durante treinos da Seleção Feminina em Cuiabá. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)
Lelê, goleira do Corinthians, durante treinos da Seleção Feminina em Cuiabá. (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

Fora da convocação, outras goleiras sustentam a disputa por espaço a partir do rendimento nos clubes. Nicole retomou a titularidade no Corinthians após período afastada por lesão na mão e voltou a ter sequência. Yanne, do Bahia, aparece como opção observada pela comissão técnica e esteve próxima de convocação anteriormente. Cláudia, também do Cruzeiro, perdeu espaço na seleção em função da condição de reserva no clube, enquanto Carlinha, do São Paulo, já integrou listas e segue no radar.

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Cláudia, goleira da Seleção, durante Brasil e Colômbia. (Foto: Lívia Villas Boas/Divulgação)
Cláudia, goleira da Seleção, durante Brasil e Colômbia. (Foto: Lívia Villas Boas/Divulgação)

No Palmeiras, Natasha retorna gradualmente após lesão grave e disputa posição, o que impacta sua presença no cenário de seleção. Na base, a Seleção Sub-20 conta com nomes como Elu, do São Paulo, e Ana Morganti, do Corinthians, em processo de desenvolvimento e com perspectivas promissoras.

Ana Morganti em treino da Seleção Feminina Sub-17
Ana Morganti em treino da Seleção Feminina Sub-17 (Foto: Reprodução/CBF)

O contexto indica aumento no número de goleiras utilizadas e observadas pela comissão técnica, com rotatividade condicionada ao desempenho competitivo. A posição acompanha uma tendência de maior exigência técnica e física, além da necessidade de adaptação a diferentes modelos de jogo. Ainda é cedo para dizer que esta é a melhor geração, mas, sem dúvida, há boas opções para Arthur Elias e sua comissão.

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