Seleção Feminina precisará se adaptar à regra da Fifa sobre presença feminina na comissão
Exigência passa a valer em setembro e obrigará inclusão de ao menos uma mulher em função de treinadora ou auxiliar técnica

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A Seleção Feminina precisará fazer ajustes em sua comissão técnica para atender à nova regra da Fifa que exige maior presença feminina. A partir de setembro, todas as equipes deverão contar com pelo menos duas mulheres na comissão, sendo obrigatório que uma delas exerça a função de treinadora principal ou assistente técnica durante as partidas.
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Atualmente, o Brasil é comandado por Arthur Elias e tem Rodrigo Iglesias como auxiliar. Com a mudança, não há obrigatoriedade de substituição de membros da comissão, mas será necessário incluir ao menos uma profissional mulher em função técnica. A medida já entra em vigor em competições futuras, como a Copa do Mundo de 2027, que será disputada no país.
No caso das seleções de base do Brasil, a adaptação já é uma realidade. O Sub-20 é comandado por Camilla Orlando, enquanto o Sub-17 tem Rilany Silva e o Sub-15 é liderado por Bia Vaz. Ou seja, nessas categorias, o país já cumpre integralmente a exigência estabelecida pela entidade.
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Entenda resolução da Fifa e o que a Seleção Brasileira pode fazer
A nova norma foi aprovada pelo Conselho da FIFA e terá sua primeira aplicação na Copa do Mundo Feminina Sub-20, em setembro, na Polônia. A regra vale para todas as competições organizadas pela entidade, tanto em nível profissional quanto nas categorias de base, envolvendo seleções e clubes.
Na última Data Fifa, a Seleção contou com a seguinte comissão: Arthur Elias (treinador), Rodrigo Iglesias (auxiliar técnico), André Batista (analista de desempenho), Tiemi Saito (nutricionista), Joana Batitucci (do Atlético-MG, como preparadora física), Lygia Neder (médica), Edson Alcântara (preparador de goleiras), Ronaldo Kobal (fisiologista), Marcelo Rossetti (preparador físico), Cristian Lizana (analista de desempenho) e Tiago Conceição, entre outros profissionais.
Um ponto importante é que a FIFA não determina um número fixo de auxiliares técnicos por equipe. O que existe é um limite geral para o tamanho da delegação inscrita nas competições. Ainda assim, a entidade pode estabelecer critérios específicos, como essa nova exigência, além de definir quantos integrantes podem permanecer no banco durante os jogos.
Na prática, a Seleção principal terá de se reorganizar internamente para atender à regra sem necessariamente promover cortes, mas podendo incluir uma profissional mulher em posição técnica.
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