Conheça Monique, zagueira da Ferroviária que começou no futebol por influência da mãe e hoje é profissional
Defensora relembra início no futsal, trajetória até Araraquara e o sonho de chegar à Seleção Brasileira

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A zagueira Monique, da Ferroviária, abriu a rotina e a trajetória no futebol em entrevista ao Lance!, ao relembrar o caminho desde a infância no interior de Minas Gerais até se firmar no clube paulista, onde alterna entre a equipe sub-20 e o elenco profissional.
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Natural de São João da Ponte, a jogadora foi criada no interior de São Paulo, onde começou a se desenvolver no futsal, influenciada pelo ambiente familiar, antes de migrar para o campo e iniciar o percurso em categorias de base fora do estado.
— Eu sempre joguei bola porque minha mãe jogava também. Minha família inteira jogava, então meio que já era uma coisa natural para mim — conta ela, que hoje tem 20 anos.
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Origem no futsal e caminho até a Ferroviária
A formação inicial no futsal marcou os primeiros anos da atleta, que atuava como ala e fixa, até a transição para o futebol de campo, onde passou por equipes em Santa Catarina antes de chegar à Ferroviária, onde está há três temporadas.
— Fiquei muito tempo jogando futsal e depois fui para Santa Catarina. Lá comecei a ter mais experiência no campo até surgir a oportunidade de vir para a Ferroviária — explica ela.
Ao chegar ao clube, Monique ainda buscava adaptação à nova função dentro de campo, já que passou a atuar como zagueira, posição que exigiu aprendizado técnico e tático ao longo do processo.
— Eu cheguei como zagueira sem saber muita coisa da posição. A Ferroviária me ajudou em tudo, em entendimento de jogo, posicionamento e também fora de campo — afirma.

Transição entre base e profissional
O contato com o elenco principal aconteceu ainda no primeiro ano, em treinos e jogos pontuais, até a efetivação no grupo profissional, em um cenário exigente. A Locomotiva disputa Copa do Brasil, Brasileirão Feminino e Paulistão, e esteve na Libertadores Feminina na temporada passada.
— Tem dias que eu não sei se vou estar no sub-20 ou no profissional, então a rotina muda bastante, com treino, academia e jogos. É corrido, mas faz parte do processo — conta Monique.
A experiência internacional também passou a fazer parte da trajetória recente, com a participação na Libertadores, disputada na Argentina, mesmo após lidar com uma lesão no período anterior à competição.
— Eu fiquei com medo de não ir por causa da lesão, mas consegui viajar. Quando cheguei lá, vi o que era a Libertadores de verdade, foi uma experiência importante para mim — relembra a jovem.
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Sonhos no futebol e projeção de carreira
Com espaço em crescimento no clube, Monique projeta a continuidade na Ferroviária como etapa fundamental antes de alcançar novos objetivos, como a Seleção Brasileira e uma possível transferência para o futebol europeu.
— Meu sonho é me manter aqui, conquistar títulos, chegar na Seleção e depois pensar em jogar na Europa. Quero construir minha carreira passo a passo — afirma.
Recado para quem começa
Ao olhar para trás, a zagueira relembra que esteve próxima de abandonar o futebol antes de conseguir se firmar na modalidade, o que hoje influencia na mensagem que deixa para atletas mais jovens em formação.
— Teve um momento em que eu pensei em parar, já estava trabalhando fora. Então o que eu falo é para acreditar, porque se eu consegui chegar aqui, outras meninas também podem — concluiu.
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