Fifa realiza seminário com árbitras no Brasil visando Copa do Mundo de 2027
Participaram 24 árbitras das confederações da Concacaf e da Conmebol

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A preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027 já está em andamento e envolve também a equipe de arbitragem. No fim de março, o Brasil recebeu um dos seminários da Fifa voltados à formação e avaliação das árbitras que podem atuar no torneio.
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Ao todo, 24 árbitras das confederações da Concacaf e da CONMEBOL participaram do encontro realizado no Rio de Janeiro. A atividade faz parte de uma série de três seminários previstos para 2026. Ao longo do processo, a FIFA acompanha 53 oficiais de arbitragem de 38 associações nacionais, com foco na evolução e no desempenho até o Mundial.
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A chefe de arbitragem feminina da FIFA, Bibiana Steinhaus-Webb, afirmou que os encontros têm como objetivo observar e desenvolver as profissionais ao longo do ciclo. Segundo ela, a avaliação considera o momento atual e o potencial de cada árbitra para chegar em condições ideais à competição.
— Este evento é um dos três seminários de elite para árbitras da FIFA em 2026 que estamos realizando em todo o mundo, não apenas para reconhecer e observar nossos talentos, mas também para desenvolvê-los e selecionar as árbitras da Copa do Mundo — afirmou ela.
Durante o seminário, as participantes passaram por atividades em sala e no campo. Os treinos incluíram preparação física, exercícios de posicionamento e análise de tomadas de decisão. Entre os critérios observados estão precisão, consistência e leitura de jogo.
O uso de tecnologia também fez parte da programação, com foco nos protocolos do VAR e na padronização de decisões. Além disso, houve discussões sobre diferentes estilos de jogo e contextos entre seleções, com o objetivo de ampliar a capacidade de adaptação das árbitras em competições internacionais.
As participantes também destacaram a carga de atividades ao longo dos dias e a importância do desempenho durante o seminário. As avaliações incluem situações práticas e acompanhamento técnico contínuo.
Para a venezuelana Emikar Calderas, a oportunidade representa mais do que evolução profissional.
— É uma enorme honra e um grande passo na minha carreira. Estar aqui é fruto de muito sacrifício, dedicação e disciplina — disse.
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