Conheça sete gestoras do futebol feminino brasileiro
De projetos em expansão a clubes tradicionais, dirigentes assumem papéis estratégicos na organização e no desenvolvimento da modalidade no país

- Matéria
- Mais Notícias
O crescimento do futebol feminino no Brasil passa não só pelas jogadoras, mas também por profissionais que comandam os bastidores da modalidade. Em diferentes clubes e projetos, gestoras têm assumido cargos estratégicos ligados ao planejamento esportivo, à estruturação de departamentos e ao desenvolvimento das categorias de base.
Relacionadas
Nomes como Babi Fonseca, Rafaela Esteves, Íris Sesso, Amanda Storck, Simone Lourenço, Luiza Parreiras e Nuéli Silveira representam algumas lideranças no esporte.
➡️ Tudo sobre Futebol Feminino agora no WhatsApp. Siga nosso novo canal Lance! Futebol Feminino
Babi Fonseca, do Grêmio
À frente do futebol feminino do Grêmio, Babi Fonseca assumiu em 2026 o cargo de executiva do departamento após passagem pelo Cruzeiro. Em sua apresentação, destacou o alinhamento com o projeto do clube gaúcho e reforçou que as metas precisam acompanhar a grandeza da instituição.
Com experiência em gestão e participação na estruturação de projetos na modalidade, a dirigente passou a integrar a nova organização do departamento gremista, com foco no desenvolvimento competitivo das Mosqueteiras e na consolidação do futebol feminino dentro da estrutura profissional do clube.

Rafa Esteves, do Mirassol
No interior paulista, Rafaela Esteves assumiu a responsabilidade de comandar o início do futebol feminino do Mirassol. Com mais de uma década de experiência em gestão esportiva, a executiva construiu trajetória em clubes como Ferroviária e Corinthians, atuando principalmente na supervisão do time profissional e na coordenação das categorias de base. No Mirassol, ela lidera o processo de criação do departamento feminino em um momento histórico para o clube, que passa a ter pela primeira vez uma equipe feminina em seus mais de cem anos de história.

Rafa Esteves é a nova gestora do Mirassol. (Foto: JP Pinheiro/Agência Mirassol)
Íris Sesso, do Corinthians
No Corinthians, Íris Sesso assumiu a gestão do futebol feminino após a saída de Cris Gambaré, responsável por uma das fases mais vitoriosas da modalidade no país. Com formação em Administração e pós-graduação em liderança e gestão, a dirigente já atuava no clube desde 2020 como assessora da diretoria.

Amanda Storck, do Fluminense
Outro nome ligado à estruturação de projetos é Amanda Storck, responsável pela criação do departamento de futebol feminino do Fluminense. Sob sua gestão, o Tricolor também conquistou o acesso à elite do Campeonato Brasileiro Feminino A1 e venceu a Copinha Feminina em 2024. Paralelamente, Amanda também atuou como supervisora da Seleção Brasileira Feminina em amistosos e competições internacionais.
Simone Lourenço, do Vasco
No Vasco da Gama, Simone Lourenço assumiu a coordenação do futebol feminino com a missão de fortalecer a estrutura da modalidade no clube. Professora universitária da Universidade Federal Fluminense e coordenadora do projeto CF4, voltado à formação de atletas, e assumiu as Meninas da Colina em 2025.
Luiza Parreiras, do Cruzeiro
Já no Cruzeiro, Luiza Parreiras passou a integrar o projeto das Cabulosas como gerente de futebol feminino. A dirigente tem formação em Direito e especialização em direito desportivo e gestão esportiva, além de experiência anterior em clubes como Internacional e América-MG. Com perfil técnico e atuação voltada ao planejamento e à governança, Luiza participa da organização do departamento em uma temporada que inclui disputas nacionais e a primeira participação do clube na Copa Libertadores Feminina.

Nuéli Silveira, da Ferroviária
Fechando a lista está Nuéli Silveira, ex-jogadora e atualmente coordenadora do futebol feminino da Ferroviária. Multicampeã durante a carreira nas quadras e nos gramados, Nuty fez parte da equipe grená que conquistou a Libertadores em 2015 e posteriormente passou a atuar nos bastidores do clube. Como supervisora, participou do título do Brasileirão de 2019 e do vice-campeonato continental no mesmo ano. Antes de retornar à Ferroviária para assumir a coordenação, também trabalhou na Federação Paulista de Futebol como analista da modalidade, ampliando sua experiência na gestão do futebol feminino.
Tudo sobre
- Matéria
- Mais Notícias


















