Hamilton rebate críticas e diz que nova F1 é a 'melhor forma de competir'
O britânico comemorou a nova fase, alegando que a liga não apresentava entretenimento de alta qualidade há muito tempo

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O novo regulamento da Fórmula 1 tem dividido opiniões no paddock. No entanto, para Lewis Hamilton, o veredito é positivo. Durante o media day (dia da imprensa) do GP do Japão, nesta quinta-feira (26), o britânico saiu em defesa do formato de competição visto nas duas primeiras etapas do ano, rebatendo críticos que comparam as sucessivas ultrapassagens ao jogo Mario Kart.
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Para o veterano, a dinâmica de "perde e ganha" posições é a essência do esporte:
—Se você voltar ao kart, é exatamente assim. As pessoas ficam indo e voltando o tempo todo. Ninguém nunca chamou o kart de 'corrida de ioiô'. Para mim, essa é a melhor forma de competir.
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O fim do "paliativo" DRS
Hamilton, que estreou na categoria em 2007 e atravessou diversas eras técnicas, foi enfático ao dizer que a F1 não entregava entretenimento de alta qualidade há muito tempo. Segundo ele, o segredo do sucesso do regulamento atual é a capacidade de um carro seguir o outro de perto sem perder pressão aerodinâmica.
— Em 20 anos, este é o único carro com o qual você realmente consegue perseguir alguém em alta velocidade sem perder tudo o que tem. Antes, dependíamos do DRS, que era apenas um paliativo para o problema de não conseguirmos nos aproximar nas curvas — explicou o heptacampeão.
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A estratégia da bateria e o "fator Rosberg"
O ponto central das críticas de outros setores é o gerenciamento de energia. Como os pilotos precisam recarregar a bateria quase a cada volta, reduzindo a potência momentaneamente, cria-se um cenário de vulnerabilidade que permite ao carro de trás ultrapassar com facilidade. No giro seguinte, os papéis se invertem.
Hamilton minimizou as variações de potência, classificando-as como "muito pequenas", e traçou um paralelo com uma das maiores rivalidades de sua carreira. "Pessoalmente, acho muito mais divertido. São as melhores disputas que tive provavelmente desde o Bahrein, anos atrás, com o Nico [Rosberg]", relembrou, referindo-se aos duelos épicos entre 2014 e 2016.

Um apelo por competitividade
O britânico defende que a corrida não deve ser decidida por uma única manobra, mas construída ao longo de uma disputa baseada em resistência e estratégia. Na visão dele, o principal ponto de atenção não está nas regras, e sim na diferença de desempenho entre as equipes, já que um grid mais equilibrado permitiria batalhas mais amplas e disputadas ao longo da prova.
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