Chefe da Red Bull destaca 'risco' de Max Verstappen ao ficar na equipe para a F1 2026
A criação de um novo motor próprio será um grande desafio para a equipe taurina

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A parceria entre a Red Bull e a Honda chegou ao fim com a temporada 2025 da Fórmula 1. Em uma nova fase, desde 2019, a equipe taurina desevolveu um novo motor próprio – o que representa um desafio para além das pistas. Para assumir esse risco, junto ao time, estão os pilotos Max Verstappen e Isack Hadjar.
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Esse risco foi, inclusive, destacado por Laurent Mekies em entrevista ao 'Autosport Business Exchange' – principalmente em relação a Verstappen. Durante a última temporada, a permanência do tetracampeão mundial na Red Bull ainda não era dada como certa, com rumores indicando uma possível ida à Mercedes.
— Sabe, uma das muitas coisas incríveis sobre Max é que ele não está sentado fora do projeto, observando o que fazemos e julgando o que fazemos. Ele está dentro do projeto. Ele assume um risco conosco; ele está ciente do risco que está assumindo e sabe que, quando você assume riscos, pode cair — disse Mekies.
O chefe de equipe ainda comentou sobre a dedicação que Max tem com o automobilismo, seja na Fórmula 1 ou em outra categoria. Vale lembrar que o holandês correu na Ferrari GT3, prova de endurance, em setembro do ano passado.
— Ele está ciente da dimensão do desafio. Ele vive e respira o automobilismo mais do que muitos de nós. Ele é automobilismo. É dia e noite, simplesmente corrida de automóveis. Mesmo que não seja Fórmula 1, é GT3, e se não for GT3, é corrida virtual e o que mais ele inventar a seguir.
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Novo projeto da Red Bull tem brecha no regulamento
A Red Bull já encontrou uma possível brecha no novo regulamento da Fórmula 1 2026. O alvo da estratégia é o limite da taxa de compressão dos motores, um ajuste fino que pode trazer ganhos relevantes de desempenho e velocidade para os carros.
De maneira simples, a taxa de compressão determina o quanto a mistura de ar e combustível é "espremida" dentro do motor antes de explodir. Quanto mais espremida (maior compressão), maior é a potência gerada. Para 2026, a FIA reduziu esse limite de 18:1 para 16:1, tentando nivelar o desempenho.
O "pulo do gato" encontrado pelas equipes está no momento da medição, ou seja, a taxa de compressão a ser medida com o motor fora da temperatura ideal de pista. Em destaque, a Red Bull está usando materiais que se expandem com o calor extremo da corrida. Assim, quando o carro está em alta velocidade, as peças aumentam de tamanho e diminuem o espaço dentro do motor. Formalmente, o motor está dentro das normas, mas na prática, entrega um desempenho superior ao esperado pelo regulamento.

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