Binotto abre o jogo sobre problemas enfrentados por equipe de Bortoleto na F1
Audi identifica falhas na unidade de potência e vê pausa de abril como chave

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Após somar pontos apenas na etapa de estreia, a Audi não conseguiu manter bons resultados nas corridas seguintes. Durante a pausa de abril, a escuderia parece ter se aprofundado na análise do desempenho do carro para mapear os principais fatores por trás das dificuldades nas três primeiras etapas. Mattia Binotto, então, abriu o jogo sobre os problemas que têm afetado a equipe de Gabriel Bortoleto na temporada 2026 da Fórmula 1.
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Em sua temporada de estreia na categoria, a Audi também enfrenta o desafio de desenvolver e utilizar uma unidade de potência própria e inédita, dentro de um novo regulamento técnico que trouxe maior equilíbrio ao grid. Ainda assim, a equipe segue atrás de concorrentes que utilizam motores consolidados, como os da Mercedes-Benz e da Ferrari, que são os casos de equipes como Haas e Alpine.
— em a ver com eficiência energética, distribuição de energia e também com a dirigibilidade. Isso inclui mudanças de marcha ainda muito bruscas, o que deixa o carro instável tanto na frenagem quanto na aceleração. Talvez a configuração das relações de transmissão não esteja correta. Somando desempenho e dirigibilidade, podemos estar perdendo até um segundo por volta — explicou Binnoto.
A sequência intensa das primeiras corridas reduziu o tempo disponível para o desenvolvimento da equipe. Nesse cenário, a pausa de abril ganha importância estratégica para a realização de ajustes mais profundos.
— Desde os testes de inverno, temos nos concentrado muito em resolver todos os problemas que tivemos. As corridas têm exigido muito tempo de nossa parte, e quando você está totalmente absorvido pela preparação para a corrida, não consegue se desenvolver como gostaria. Por isso o mês de abril será muito importante para nos reestruturarmos e garantirmos que não estamos apenas corrigindo problemas, mas também nos desenvolvendo adequadamente.
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Apesar das dificuldades no curto prazo, a Audi mantém um objetivo ambicioso: lutar pelo título até 2030. Binotto reforça, no entanto, que o projeto exige tempo e maturação, especialmente no desenvolvimento da unidade de potência.
A equipe também conta com o suporte da Federação Internacional de Automobilismo por meio do sistema ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização). A regra concede benefícios extras às fabricantes que apresentam desempenho pelo menos 2% inferior à referência do grid — atualmente a Mercedes —, com o objetivo de reduzir diferenças técnicas e equilibrar a competição nas próximas temporadas.

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