Banco brasileiro investiu R$ 26 milhões em equipe com plano para piloto que nunca estreou na F1
Felipe Drugovich foi reserva da Aston Martin por três anos, mas nunca correu

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O acordo entre a Aston Martin e a brasileira XP prometia mais do que visibilidade na Fórmula 1. Com investimento milionário na escuderia, o projeto incluía a expectativa de impulsionar a carreira de Felipe Drugovich rumo ao grid da categoria. No entanto, apesar de ter sido piloto reserva da equipe, o plano não se concretizou: o brasileiro nunca disputou uma corrida sequer na F1.
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Relembre acordo entre banco brasileiro e Aston Martin
A equipe Aston Martin, da Fórmula 1, acertou o patrocínio da empresa de investimentos XP na reta final da temporada de 2022. De origem brasileira, a companhia estampou a logomarca nos carros e uniformes do time a partir do GP de Interlagos. O projeto previa apoio a novos pilotos nascidos no país.
Vale citar que o brasileiro Felipe Drugovich assumiu o posto como piloto reserva da Aston Martin no ano seguinte ao acordo. Na época, os valores e o tempo de contrato não foram divulgados por nenhuma das partes.
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Números divulgados em meio a crise
Em meio a acusações contra Daniel Vorcaro, documentos da negociação entre o banco e a Aston Martin foram revelados pelo portal "Metrópoles". Os valores acordados chegaram a US$ 5 milhões (cerca de R$ 26,2 milhões na cotação atual), referentes ao patrocínio da escuderia inglesa.
Um dos pontos destacados no contrato previa apoio ao desenvolvimento de Felipe Drugovich, com o objetivo de levá-lo a conquistar uma vaga como titular na Fórmula 1. No entanto, o objetivo não foi alcançado.
"AMF1 apoiará e desenvolverá Felipe Drugovich com o objetivo de que ele conquiste uma vaga na Fórmula 1, em contrapartida a XP e outras empresas sediadas no Brasil, incluindo a patrocinadora (Banco Master), fornecerão financiamento".
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Sem sucesso na F1
Mesmo inserido na estrutura da Aston Martin, Drugovich não teve oportunidades em corridas oficiais da Fórmula 1. Sua participação se limitou a treinos livres, seguindo a exigência da categoria de que pilotos titulares cedam seus carros em sessões específicas ao longo da temporada.
Sem espaço no grid, o brasileiro buscou alternativas para seguir ativo no automobilismo. Drugovich disputou a European Le Mans Series e participou das 24 Horas de Le Mans na classe Hypercar, defendendo a Cadillac Whelen Racing.
Além disso, a Fórmula E também entrou no radar do piloto, que passou a competir, desta vez como titular, na categoria de carros elétricos na temporada 2025/26.

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