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Roger Flores avalia trabalho de Ancelotti na Seleção e cita a Copa: 'Vexame'

Comentarista analisou decisões do italiano

PorLourenço Cavanellas Rebello•Rio de Janeiro (RJ)
30/09/2026 14:47
Roger Flores faz no Seleção Sportv
Roger Flores avaliou trabalho de Ancelotti na Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)

Durante programa do Sportv, Roger Flores analisou o trabalho de Carlo Ancelotti desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira e citou a Copa do Mundo em sua avaliação. Para o comentarista, o desempenho do italiano tem tudo para melhorar, mas, por enquanto, é muito ruim.

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— O trabalho é muito ruim. Eu acho. Acho bem ruim. Tem tudo para melhorar, né? Agora, só que ele tem que mexer nesse tabuleiro. Mas até agora é bem ruim. A Copa do Mundo foi um vexame, pô — disse Roger Flores.

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Ancelotti durante hino do Brasil em amistoso contra a Austrália
Ancelotti durante hino do Brasil em amistoso contra a Austrália (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

Ancelotti testa 25 jogadores em dois jogos do Brasil e avisa que vem mais

Em dois jogos com a Austrália neste início de ciclo para a Copa do Mundo de 2030, o técnico Carlo Ancelotti já utilizou quase metade do número de atletas que colocou em campo nas 17 partidas que comandou entre a estreia pela Seleção Brasileira, no empate por 0 a 0 com o Equador em junho do ano passado, e a derrota por 2 a 1 para a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. E a quantidade irá aumentar no sábado (3 de outubro), no último jogo desta Super Data Fifa, diante da Índia, em Calcutá.

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Ancelotti convocou 26 jogadores para estas três partidas amistosas, sendo que 25 entraram em campo por pelo menos oito minutos. Falta apenas o goleiro Pedro Morisco, já escalado pelo técnico para o jogo com os indianos.

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Entre a estreia no comando da Seleção e a queda no Mundial deste ano, o treinador utilizou 54 jogadores diferentes. Àquele grupo, juntam-se agora outros nove nomes: os goleiros Otávio e Pedro Morisco; os laterais Matheuzinho, Arthur Dias e Mauro Júnior; os zagueiros Jair e Vitor Reis; e os meio-campistas Gabriel Bontempo, Breno Bidon e Martinelli.

Bidon e Arthur Dias tiveram poucos minutos nesta terça-feira, quando atuaram com a camisa da Seleção principal pela primeira vez. Martinelli também estreou, mas entrou em campo mais cedo. Outros quatro haviam estreado no primeiro amistoso do Brasil com a Austrália, quando houve empate por 1 a 1. Morisco ainda não jogou, mas Ancelotti afirmou na coletiva que se seguiu aos 4 a 2 desta terça que o goleiro do Coritiba vai a campo diante da Índia.

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A tendência é que todos eles ganhem mais minutos na partida em Calcutá. A Índia é apenas a 138ª colocada no ranking da Fifa, e será de longe a adversária mais frágil da Seleção desde que Ancelotti assumiu. O jogo, portanto, será propício para o treinador testar novas opções para o time.

— A prioridade é buscar ou construir uma nova geração de futebolistas que possam acompanhar a Seleção no futuro próximo, que é a Copa América e a Copa do Mundo. Essa é a prioridade. Pode ser que hoje os 26 não sejam os melhores, mas algo temos que fazer — sustentou o treinador em entrevista na segunda-feira (28).

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E Ancelotti já avisou que os testes não irão se encerrar no jogo do próximo sábado. O italiano deve chamar novos jogadores para a última Data Fifa do ano, em novembro, quando o Brasil irá encarar Japão e Singapura, ambos em Singapura.

— Sou muito claro com eles (jogadores): não é uma prova, não estamos aqui para ver como são ou como não são. São muito bons, e têm que aproveitar essa oportunidade. Nós vamos acompanhar essa progressão. E, repito, estou muito confiante com estes jovens e outros que vão estar na próxima convocação — afirmou o técnico após a vitória desta terça.

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