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Técnico do Fluminense, Marcão explica motivo de Nonato bater pênalti antes de Hulk

Após a eliminação, treinador concedeu coletiva de imprensa

PorRafaela Cardoso•São Paulo (SP)
22/10/2026 00:40
Marcão, técnico do Fluminense
Marcão, técnico do Fluminense (Foto: Rafaela Cardoso /Lance!)

O Fluminense venceu o Palmeiras no tempo normal, por 1 a 0, mas acabou eliminado na semifinal da Libertadores nos pênaltis na noite desta quarta-feira (21), no Nubank Parque. Após o confronto entre paulistas e cariocas, o técnico Marcão explicou o motivo de Nonato, que perdeu sua cobrança, bater antes de Hulk.

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— Ele treinou bem e estava confiante. Isso aconteceu. Hulk seria o quinto. Faz parte. Nonato estava bem na partida, foi um dos melhores em campo. Total confiança nossa. Infelizmente não fez o gol. Faz parte — explicou o treinador na entrevista coletiva.

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Em relação à parte mental para o restante da temporada, Marcão admitiu que todo o elenco está muito triste, já que a final bateu na trave em 2026.

— Lógico que está todo mundo muito triste agora, ficou muito perto. Tudo o que foi combinado, do jogo passado para cá, que nos deu uma esperança. Nosso torcedor foi brilhante esse período todo. Mesmo no jogo do Brasileiro do fim de semana. Fazer o que eles fizeram aqui, teve gente que veio de fora, Inglaterra, Estados Unidos, cada um do seu estado. 18 horas para estar aqui e incentivar esses caras — disse.

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— Lá em cima, tudo cheio... Cantaram o tempo todo. A gente fica muito triste pela nossa família, por eles, mas pelo nosso torcedor também, que veio, abraçou e acreditou nos 90 minutos que poderiam realmente fazer a gente conseguir a vitória, como conseguiu, mas, lógico, não foi o suficiente. Meu torcedor está de parabéns. O mental, a gente fala nisso, acabou aqui, chegou amanhã, sexta-feira a gente vira a chave de novo, foco no Brasileiro. Estamos em situação em que temos que pontuar para a gente, no ano que vem, de novo estar aqui — disse.

Saldo geral da Libertadores:

— Difícil falar sobre missão cumprida. Queríamos muito terminar isso no dia 28 de novembro, como tínhamos planejado, mas é lógico que do outro lado tinha uma grande equipe, que vem (chega na final) diversas vezes. A gente fala que para ganhar uma Libertadores tem que vir ano após ano. Fico feliz por um lado porque assumi com muita responsabilidade tudo isso. Naquele momento (de assumir), foram dois grandes jogos, depois passamos de fase. Agora também, enfrentando grandes treinadores que já estão acostumados a esse tipo de competição. Em pouco tempo, dar a identidade que nosso torcedor gosta, que eu gosto e no meio de uma situação que já estava em andamento. Eu tenho maior orgulho de falar para os meus jogadores o quanto eles jogaram bola, o quanto eles jogam futebol. A realização de um trabalho em tão pouco tempo, é de uma satisfação que você não tem ideia. Jogo contra o Palmeiras, que vieram com uma linha de cinco, de quatro, um, três zagueiros, no Maracanã. Pensei que pudessem jogar diferente por não terem saídos satisfeitos, mas jogaram da mesma forma por respeito aos meus jogadores. Por tudo o que eles produziram no Maracanã. Só tenho que dar parabéns aos jogadores por ter um time corajoso, jogando bola, e isso com Fábio com 46 anos, Thiago Silva, 42, Hulk, 40... Equilibrar nossa equipe do jeito que fizemos, isso é muito difícil, mas ficamos orgulhosos por conta do grupo, com mescla de experiência e jovens. Uma pena porque queria terminar isso mais a frente, mas estamos orgulhos. E deixar meu recado ao torcedor de que estamos tristes, mas felicidade por terem abraçado os jogadores nesse período tão importante. 

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