Alison 'Mamute' relembra ponto polêmico de Londres 2012: 'Foi dentro'
Jogador conta que nunca teve coragem de rever o jogo que decidiu o ouro das Olimpíadas de Londres 2012
A primeira participação de Alison Cerutti - o 'Mamute' - nas Olimpíadas, em Londres 2012, ficou marcada por um gosto amargo. Ao lado de Emanuel, o jogador chegou à final, mas, após um jogo acirrado, terminou com a medalha de prata. A partida teve fim em um ponto polêmico, no qual a arbitragem marcou que o ataque de seu parceiro foi para fora, mas Mamute garante, em entrevista exclusiva ao Lance!, que "foi dentro".
➡️ As histórias de Alison 'Mamute': café da manhã com Phelps e pé-frio de Djokovic
➡️ Tudo sobre os esportes Olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico
O capixaba afirmou que nunca teve coragem de assistir ao confronto, mas que leva o aprendizado daquela última bola até hoje. Mamute e Emanuel perderam para os alemães Julius Brink e Jonas Reckermann por 2 sets a 1, em parciais apertadas de 23/21, 16/21 e 16/14. No tiebreak, em contornos dramáticos, os brasileiros chegaram a estar perdendo por 14 a 11, mas conseguiram se recuperar.
Segundo Mamute, o que mais dói nele é o fato do juiz de cima não ter descido para averiguar se o ataque decisivo foi para fora ou não, já que tanto ele quanto o de baixo ficaram em dúvida. Além deles, o juiz de linha também não teve certeza e, por isso, nem levantou a bandeira sinalizando se a bola havia sido legal ou não.
— Encerrar um jogo assim mancha e machuca, deixa um hematoma. Depois de perder ou ganhar, dá para avaliar o que aconteceu ou o que poderia ter sido feito. Nós estamos acostumados com isso. Mas uma força externa errar e acabar o jogo é chato. Poderia até ter sido dentro, mas o juiz tinha que ter descido.

O aprendizado para o ouro na Rio 2016
Apesar da campanha em Londres 2012 ter terminado de uma maneira conturbada, Mamute acredita que serviu para seu amadurecimento como pessoa e jogador. Isso culminou na conquista do ouro em 2016, ao lado de Bruno Schimdt.
— Depois de mais velho e experiente, sinto que a medalha de prata me deu a sabedoria de olhar o "macro". Ela me ensinou muito e me deu um autoconhecimento muito grande. Me tornei mais humilde e mais humano. Antes, eu só queria jogar vôlei e ganhar, eu não tirava os lados bons.
Depois de Londres 2012, quando tinha 26 anos, Mamute mudou seu projeto e voltou para Vitória, no Espírito Santo, sua cidade natal. Em 2014, começou a jogar com Bruno. E o auge de sua carreira veio em 2016, embaixo de muita chuva, quando a dupla brasileira derrotou os italianos Nicolai e Lupo por 2 sets a 0 (21/19 e 21/17) e comemorou o ouro olímpico em casa e nos braços da família.

Mamute se aposentou das quadras em outubro do ano passado. O atleta se despediu no mesmo palco do ouro em 2016 - a Praia de Copacabana. Na ocasião, ao lado de Renato, ele conquistou o bronze na etapa do Circuito Brasileiro.
🤑🏐 Aposte na vitória do seu time favorito na Superliga
*É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável
Confira a entrevista de 'Mamute' ao Lance!:
Tudo sobre

Vôlei
Brasil leva virada no tie-break, sofre quarta derrota e cai no Mundial sub-17 de vôlei
Há 9 horas
Vôlei
Vice na Copa Sul-Americana liga alerta para futuro do Brasil no vôlei masculino
Há 10 horas
Rio 2016: 10 Anos
Rio 2016: Olimpíada sediada pelo Brasil completa dez anos
Há 21 horas
Vôlei
Brasil e Argentina disputam título da Copa Sul-Americana de vôlei
Há 1 dia
Mais Esportes
No Rio de Janeiro, Malala Yousafzai se arrisca no vôlei de praia
Há 2 dias
Vôlei
Brasil sofre nova virada e emenda segunda derrota no Mundial sub-17 de vôlei
Há 3 diasMais LANCE!

Osasco busca o 19º título do Campeonato Paulista de vôlei; veja tabela

Minas apresenta novo técnico e confirma três reforços para a temporada

Gabi Guimarães é apontada como melhor ponteira do mundo por rivais durante a VNL

Praia Clube e Osasco disputam primeiro título do vôlei nacional em outubro

Times de Bernardinho e Zé se enfrentam na abertura da Superliga

Superliga distribuirá maior premiação da história em 2026/27

Duda Lisboa aconselha seguidores: 'invistam em saúde mental'

Brasil busca ouro inédito no Mundial sub-17 de vôlei feminino

Técnico brasileiro agarra atletas de vôlei de praia pelo braço na Itália

Rússia retorna à VNL em 2027 com formato ampliado; entenda

Campeão olímpico da praia substituirá Darlan na quadra

São Paulo recebe Mundial de Clubes Feminino de Vôlei 2026

No topo do vôlei de praia, Brasil tem briga interna por Los Angeles 2028



