Com 11 inscritas na VNL, Seleção Feminina B de Vôlei é convocada
Time alternativo do Brasil é a principal novidade para a temporada de seleções

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou, na noite desta quarta-feira (18), as 18 jogadoras convocadas para a Seleção Brasileira Feminina B, grupo alternativo ao que disputará a Liga das Nações (VNL) e o Campeonato Sul-Americano em 2026. A equipe será treinada por Wagão, auxiliar de José Roberto Guimarães na Seleção principal e técnico do Paulistano Barueri.
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A lista é composta por 11 atletas que foram inscritas para a VNL: as levantadoras Kenya e Vivian, as opostas Jaque Schmitz e Jheovana, as ponteiras Karina e Maiara Basso, as centrais Lanna, Larissa Besen e Lívia, e as líberos Kika e Paulina. A presença na relação para o torneio não é garantia de convocação, já que a decisão final fica a cargo de Zé Roberto.
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17 convocadas para a Seleção B atuam na Superliga. A ponteira Mari Brambilla, do clube polonês LKS Lodz, é a única jogando no exterior.
A equipe comandada por Wagão disputará a Copa Sul-Americana em julho, no Peru. As atletas se apresentam no dia 8 de junho, no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ).
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Veja a lista completa da Seleção Feminina B

LEVANTADORAS
Kenya - Osasco
Marina Sioto - Osasco
Vivian - Sesc RJ Flamengo
PONTEIRAS
Aline Segato - Paulistano Barueri
Ariele - Tijuca Tênis Clube
Glayce - Minas
Karina - Sesc RJ Flamengo
Maiara Basso - Osasco
Maria Clara Andrade - Praia Clube
Mariana Brambilla - LKS Lodz (POL)
OPOSTAS
Jaque Schmitz - Maringá
Jheovana - Paulistano Barueri
CENTRAIS
Juju Gandra - Sesc RJ Flamengo
Lanna - Paulistano Barueri
Larissa Besen - Osasco
Lívia Gomes - Brasília
LÍBEROS
Kika - Mackenzie
Paulina - Maringá
Atletas da Seleção B podem servir à Seleção A, segundo Zé Roberto
A confirmação de que a Seleção Brasileira de Vôlei passaria a contar com um time alternativo veio de Zé Roberto, após a final da Superliga Feminina 2025/26. A iniciativa faz parte do planejamento visando as Olimpíadas de Los Angeles 2028.
O técnico tricampeão olímpico explicou que, por meio da divisão, será possível monitorar mais jogadoras em treinos, competições e amistosos. Além disso, existe a possibilidade de as convocadas para a Seleção B se juntarem à equipe principal ao longo da temporada.
— A gente vai trabalhar com duas seleções exatamente para ter a Seleção B muito próxima da Seleção A. É impossível convocar e trabalhar com 34, 32 jogadoras. Da Seleção B, você está a um passo da Seleção A, e da Seleção A, pode haver uma volta para a B. É uma possibilidade de, até 2028, observar melhor as jogadoras, que vão poder treinar mais próximas, jogar campeonatos diversos, ir para fora e jogar amistosos — declarou.
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