SOD Capital é a única que negocia maior fatia do potencial construtivo do Vasco
Impasse no terreno do Marapendi trava avanço da venda do potencial

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O Vasco segue em busca de viabilizar financeiramente a reforma de São Januário. O Lance apurou que, neste momento, apenas a SOD Capital negocia diretamente com o clube a compra da maior parcela do potencial construtivo disponível.
A diretoria cruzmaltina tenta encaminhar a venda de 220 mil m² — a maior fatia do potencial — considerada fundamental para dar início efetivo às obras de modernização do estádio. Apesar de diversas construtoras terem sido apontadas nas últimas semanas como possíveis interessadas, apuração indica que somente a SOD Capital mantém tratativas diretas com o clube.
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Terreno do Marapendi é peça-chave
O principal entrave para o avanço das negociações envolve a aquisição de um terreno capaz de absorver o potencial construtivo adquirido. Para exercer o direito de construir acima do limite básico permitido, a incorporadora precisa de uma área compatível com o volume comprado.
Um dos poucos terrenos disponíveis com essa capacidade é o do Marapendi, localizado na Barra da Tijuca, avaliado em aproximadamente R$ 450 milhões. A SOD Capital esteve próxima de concluir a compra da área, mas o interesse de outros grupos elevou o valor e travou a negociação.
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Construtoras como a Patrimar Engenharia e a Sete Engenharia demonstraram interesse na aquisição do terreno. É possível que, caso concretizem a compra, possam posteriormente procurar o Vasco para negociar a aquisição do potencial construtivo. Até o momento, porém, o clube não foi oficialmente procurado por essas empresas.

Venda parcial já encaminhada
Enquanto aguarda a definição da negociação principal, o Vasco já tem duas empresas apalavradas para adquirir, juntas, cerca de 60 mil m² do potencial construtivo. Ambas possuem terrenos aptos a receber esse volume adicional de construção.
Apesar disso, é a comercialização da maior parcela — os 220 mil m² em negociação com a SOD Capital — que viabilizará o início das intervenções em São Januário. A diretoria evita começar as obras apenas com parte dos recursos garantidos, temendo uma eventual paralisação no futuro.
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Sem prazo definido
O clube não trabalha, neste momento, com uma data para o início das obras. A ordem de serviço depende diretamente da conclusão da venda da maior fatia do potencial construtivo.
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Internamente, o desejo é iniciar a reforma o quanto antes e transformar São Januário em um estádio mais moderno e competitivo. No entanto, o avanço do projeto está atrelado à movimentação das construtoras no mercado e à definição sobre o terreno do Marapendi, considerado peça central para destravar o processo.
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