Zebras no Masters 1000 de Miami igualam marca de 23 anos
Apenas três dos primeiros 16 cabeças de chave chegaram às oitavas de final

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Pela primeira vez desde Cincinnati, em 2003, uma edição do Masters 1000 contou com apenas três dos 16 cabeças de chave nas oitavas de final. A façanha aconteceu no Miami Open. Desde a primeira edição dos Masters 1000, em 1990, apenas em outra ocasião uma situação igual foi protagonizada nesse nível de torneio: em Monte Carlo, em 2000.
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E um dos três favoritos que haviam avançado às oitavas caiu na terça-feira, o anfitrião Taylor Fritz (7º do mundo), surpreendido pelo tcheco Jiri Lehecka (22º).
Além dele, os cabeças de chave que avançaram foi o italiano Jannik Sinner, vice-líder do ranking e campeão em 2024, e o alemão Alexander Zverev (3º), semifinalista em 2018.
Jovem espanhol, a maior zebra em Miami
Dos 16 que avançaram às oitavas de final, a maior surpresa atende pelo nome de Martin Landaluce. Apenas o 151º do mundo, o espanhol, de 20 anos, saiu do qualifying e já está nas quartas de final, pela primeira vez na carreira em torneios desse nível. Caso derrote Lehecka nesta quarta, em torno das 16h (de Brasília), o tenista nascido em Madri vai entrar no top 100 pela primeira vez. Até hoje, seu melhor ranking foi o 110º, alcançado em outubro do ano passado.
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Landaluce, que já havia eliminado o russo Karen Khachanov (ex-top 10) na rodada anterior, despachou, nas oitavas, o anfitrião Sebastian Korda, salvando um match-point. O tenista da casa, no domingo, havia derrotado ninguém menos do que o espanhol Carlos Alcaraz, número 1 do mundo (vídeo abaixo).

Os sobreviventes em 2000 e 2003
No Masters 1000 de Monte Carlo de 2000, os cabeças de chave que chegaram às oitavas foram o francês Cedric Pioline (8º) e os espanhóis espanhol Albert Costa (12º) e Alex Corretja (9º). O tenista da França ficou com o título, derrotando, na decisão, o eslovaco Dominik Hrbaty.
Já em Cincinnati, em 2003, os favoritos 'sobreviventes' foram o alemão Rainer Schuttler (8º), o americano Andy Roddick (7º, campeão) e o argentino Guillermo Coria (6º).
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