Antes do Rio Open, entenda o motivo do silêncio em jogos de tênis
Torneio sul-americano contará com João Fonseca e outros três brasileiros

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Independentemente do evento, os fãs brasileiros são conhecidos mundialmente pela animação e entrega nas arquibancadas. Torcer sem fazer grande festa, então, torna-se um novo desafio. Apesar disso, desde a estreia, o Rio Open segue como grande sucesso no início do calendário masculino da Associação de Tenistas Profissionais (ATP).
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Esse torneio, da categoria ATP 500, é disputado anualmente no Rio de Janeiro, em quadras de saibro, e faz parte do calendário oficial do circuito masculino profissional. Criado em 2014, o evento reúne tenistas do ranking mundial e distribui pontos importantes para a temporada, além de integrar a gira sul-americana de saibro.
No tênis, o silêncio durante os pontos não é apenas tradição vazia: é parte essencial do jogo. Diferentemente de esportes coletivos, o tênis exige extrema concentração em ações rápidas e precisas. Um barulho inesperado no momento do saque ou da devolução pode alterar completamente o desempenho do atleta.
Em torneios profissionais como o Rio Open, o protocolo de silêncio é tratado quase como uma regra não escrita. O saque, por exemplo, é um movimento técnico milimétrico – o jogador calcula força, ângulo e colocação em frações de segundo. Qualquer distração sonora poderia interferir.
Vale destacar, no entanto, que isso não impede que uma comemoração animada, mas controlada, aconteça após o ponto do tenista. Algo parecido ocorre em relação ao movimento nas arquibancadas. Para quem nunca acompanhou in loco um torneio de tênis, não faz ideia de que a circulação não é completamente livre durante o jogo.
O acesso à quadra é controlado, sendo permitido apenas quando não há disputa ativa. Ou seja, os torcedores só podem andar pelas arquibancadas durante os intervalos entre games e sets.
➡️ João Fonseca lidera quarteto brasileiro na chave principal do Rio Open
Rio Open 2026 contará com João Fonseca e outros brasileiros
Com João Fonseca novamente como principal esperança, quatro brasileiros estão garantidos na chave principal do Rio Open, que começa na segunda-feira (16), no Jockey Club. O número 1 do Brasil e 33 do mundo terá a companhia do paulista Gustavo Heide (257º, de 23 anos), do pernambucano João Lucas Reis (207º, de 25) e do caçula goiano Guto Miguel (1586º, de 16 anos), que receberam convites para o único ATP 500 da América do Sul.
Com os quatro anfitriões já garantidos na chave principal, este é o segundo maior número de brasileiros na história do torneio. Nas 11 primeiras edições, o recorde foi registrado em 2024 e 2025, quando João Fonseca, Thiago Monteiro, Felipe Meligeni, Thiago Wild e Heide disputaram a chave principal.

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