'Eficiência de Cueva e poder de reação facilitam trabalho de Ceni'
Peruano dá uma assistência ou faz um gol a cada duas partidas, enquanto o estigma de time sem alma vai caindo com apenas seis partidas na temporada

O São Paulo emplacou a terceira vitória consecutiva na temporada, algo que não foi atingido em todo 2016 pela equipe. Já alcançou duas viradas, marca alcançada somente em outubro no ano passado. E, em jogos oficiais, venceu fora de casa logo na segunda tentativa, enquanto na temporada passada isso só aconteceu em 15 de maio. Elementos que mostram o novo perfil da equipe.
Edgardo Bauza foi contratado, por exemplo, para tirar a fama de time sem alma que predominava até 2015. A equipe até tornou-se cascuda, mas os resultados não apareciam. Era preciso sofrer para ganhar, empatar, marcar um gol. Rogério Ceni chegou sem discursos sobre raça e com um objetivo muito mais difícil, de implantar um sistema de jogo ofensivo, mas tem feito as duas coisas.
Até porque, para conseguir sufocar um rival, com marcação alta e recuperação de bola rápida, é preciso muito empenho, muita entrega. Algo que não faltou ao buscar dois gols de diferença para o Osasco Audax (apesar da derrota), ao virar sobre a Ponte Preta construindo goleada no Morumbi e reagindo como não acontecia na Vila Belmiro desde 2009.
A dedicação dos atletas, que compraram as ideias de Ceni, ajudou o técnico desde os primeiros treinos da pré-temporada, mas ainda havia preocupação com a falta de efetividade do time. E é aí que aparece a referência técnica do elenco, personificada em Christian Cueva. O peruano foi titular nas seis partidas do ano, marcou dois gols e deu duas assistências.
E tem sido assim desde sua chegada. A cada dois jogos, o agora camisa desequilibra com gols ou com passes para que eles saiam - no total, são nove tentos e oito assistências. Há ainda espaço para elogiar sua versatilidade: atuou aberto pela esquerda, pela direita, centralizado, mais recuado e, nos últimos três jogos, como "falso 9". Livre, leve e solto para desequilibrar.
O time, assim, tende a se apegar menos a posições, e sim a funções. Gilberto é o centroavante? Sim, mas marca pela direita. Thiago Mendes é o meio-campista mais à direita? Sim, mas não impede que ele apareça criando pelo meio. Cícero e João Schmidt revezam na obrigação de buscar a bola com os zagueiros, que estão cada vez mais presentes na articulação das jogadas. Enfim, um time.

São Paulo
São Paulo avança na recuperação de trio, mas não terá jogadores contra o Mirassol
Há 5 horas
São Paulo
São Paulo treina com jogador lesionado no gramado antes de duelo fora de casa
Há 17 horas
São Paulo
São Paulo tenta embalar no Brasileirão e busca terceira vitória seguida contra o Mirassol
Há 22 horas
Futebol Nacional
Atlético-MG lidera ranking de dívidas do futebol brasileiro; veja lista
Há 1 dia
São Paulo
São Paulo dá sequência aos trabalhos, e Danielzinho treina com o grupo
Há 1 dia
Futebol Nacional
Oito clubes brasileiros entram no top 50 de melhores bases do mundo
Há 2 diasMais LANCE!

São Paulo vê cenário mudar após duas vitórias; veja o que dizem os números

São Paulo retorna aos treinos, e Ferreirinha evolui em recuperação de lesão; saiba como foi

São Paulo quita dívida com clube gaúcho, mas segue com transfer ban da Fifa

Dorival revela plano para a base do São Paulo e projeta jovens para 2027

Jogador revelado pelo São Paulo diz que vive 'melhor momento da carreira' em time gaúcho

Palmeiras domina ranking de minutagem entre clubes da Série A, contra um Flamengo ausente

O que está em jogo nas voltas das quartas de final da Copa do Brasil Feminina?

São Paulo terá semana livre para treinar antes do próximo compromisso; veja a programação

Dorival quebra o silêncio sobre futuro no São Paulo e cita eleição no clube

Análise: Lucas Moura dá dinâmica ao São Paulo, que ganha novo fôlego no Brasileirão

Dorival destaca recuperação do São Paulo após 'turbulência muito grande'

Artur celebra vitória do São Paulo e projeta novos objetivos: 'Olhar para cima'

PC Oliveira bate martelo sobre polêmica em São Paulo x Vasco
