Do controle ao colapso: como o São Paulo cedeu a virada ao Vasco
São Paulo foi derrotado após sofrer virada

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O São Paulo viu na prática o significado de "a bola pune" contra o Vasco neste sábado, dia 18, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Foi um dia em que o Tricolor viu os três pontos — e a possibilidade de dormir na vice-liderança, escaparem em meio a falhas.
O primeiro tempo parecia animador. Um São Paulo encaixado, com um ataque que funcionava bem. Em jogada construída entre Calleri e Luciano, o camisa 10 abriu o placar. A equipe de Roger Machado tinha uma missão clara: não abaixar a guarda e evitar repetir o roteiro de jogos recentes no Brasileiro, ou seja, sair na frente e não buscar o segundo gol. No entanto, não conseguiu sustentar essa proposta.
No segundo tempo, a noite ficou nebulosa para o camisa 9. Se havia sido garçom na etapa inicial, por volta dos dez minutos desperdiçou uma grande chance. Pouco depois, cometeu um pênalti que poderia ser evitado. De destaque, passou a vilão. A falha de Rafael também teve peso no resultado.
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Na base da insistência, já aos 42 minutos, o Vasco virou o jogo. Após um cruzamento, a defesa tricolor afastou mal, e Adson ficou com a sobra dentro da área. No rebote, Andrés Gómez completou. Em números, ficou evidente um São Paulo que não soube reagir nem se impor em campo.

Entenda a parte tática da virada do Vasco em cima do São Paulo
Vasco dominou amplamente as ações, com 63% de posse de bola e 20 finalizações, contra apenas 10 do São Paulo. A pressão constante se refletiu também nos mapas de calor, que mostram o time carioca mais presente no campo de ataque, enquanto o Tricolor recuou suas linhas ao longo do jogo.
Com mais volume, presença ofensiva e insistência perto da área, o Vasco aumentou as probabilidades de gol e conseguiu transformar a superioridade em resultado no segundo tempo.
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