Neymar explica ausência no duelo entre Santos x Cruzeiro e detalha preparação física
Jogador fez desabafos em seu canal no Youtube

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Meia-atacante do Santos, Neymar está gravando vídeos em seu canal no YouTube mostrando sua rotina e também bastidores com a família. Em vídeo publicado nesta segunda-feira (30), o camisa 10 do Peixe relatou como tem sido seu rendimento nesta temporada. Em uma reunião, ele afirmou que se sentiu bem no duelo contra o Vasco, quando o Peixe venceu por 2 a 1, com dois gols do craque santista.
— Um jogo em que eu me senti bem foi contra o Vasco, não senti dor nenhuma. Contra o Corinthians, eu estava com receio da posterior. Contra o Internacional, já me senti um pouco mais solto, com confiança para correr e arrancar - explicou.
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Ricardo Rosa, que trabalha com o jogador na preparação física, também avaliou o desempenho do atleta durante reunião com representantes da Red Bull, patrocinadora do jogador.
— Ele tem se adaptado bem. Tem evoluído o nível de performance. Continua o trabalho de reforço muscular e metabólico no campo para evoluir. Hoje, entendemos que está em um nível bom, podendo evoluir ainda mais. No fim da temporada passada, vinha com problemas e teria que passar por uma intervenção cirúrgica. Pela necessidade, precisou jogar os últimos jogos - disse Rosa.

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Ausência contra o Cruzeiro:
Neymar foi ausência na última partida do Santos, jogo que marcou a estreia de Cuca no comando da equipe: empate sem gols diante do Cruzeiro, no Mineirão. O jogador optou por se preservar fisicamente para evitar lesões.
— No pós-jogo contra o Inter, senti a posterior pesada. O médico pediu para ser poupado para não correr riscos, e eu concordei. Não me senti confortável em jogar nessa situação, pois, quando estou em campo, não consigo me poupar. Sempre quero dar o meu máximo em tudo, e é ruim jogar com isso na cabeça. Optamos por não ir ao jogo. Deu um bafafá geral, e faz parte. A galera vai falar, mas a verdade é essa. Desde pequeno, com 13 anos, eu não viajava com o colégio, não ia ao cinema, pois tinha treino e jogo. Meus amigos na escola, e eu aqui olhando para o teto, mas tinha um propósito e eu entendi. Ficava chateado, mas no dia seguinte estava feliz por estar jogando bola. Estou há mais de 20 anos nisso. É um preço alto ser jogador. No Brasil, a galera massacra demais e não entende que sou uma pessoa normal. Sou grato, mas trabalhei para isso. Tenho meus sentimentos, sofri, sinto dor, acordo de mau humor, choro. Por que não posso fazer as coisas normais? - desabafou.
— Fico chateado quando sei que tem pessoas que não gostam de mim por algum motivo. Não posso errar, mas já errei muito. Mas é isso. Abaixo a cabeça, assumo. E acabou. Tenho 34 anos e ainda vou errar muito. É bom para vocês acompanharem a verdade do que vou falar. Sem filtro - concluiu.
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