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Alexandre Mattos defende Marcelo Teixeira e comenta possibilidade de contratações no Santos

Peixe tem apenas 6 vitórias em 23 jogos na temporada

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Juliana Yamaoka
São Paulo (SP)
Dia 20/04/2026
14:24
Alexandre Mattos durante coletiva de imprensa na Vila Belmiro. (Foto: Raul Baretta/ Santos FC)
imagem cameraAlexandre Mattos durante coletiva de imprensa na Vila Belmiro. (Foto: Raul Baretta/ Santos FC)

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Após a derrota para o Fluminense por 3 a 2, na Vila Belmiro, no último domingo (19), o Diretor Executivo Alexandre Mattos comentou sobre o baixo desempenho da equipe nas últimas partidas. Em 23 jogos na temporada, o Peixe soma apenas seis vitórias até aqui.

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Mattos também falou sobre as ambições do time para este ano e destacou que o clube não tem recursos para fazer grandes investimentos.

— Brigar lá em cima, pela Libertadores. É o que a gente projeta. Infelizmente, o futebol tem um preço, e os últimos jogos mostram isso. Estamos deixando de matar o jogo, perdendo gols por erros nossos. Precisamos parar com isso e voltar, com a dignidade do clube, a brigar onde temos que brigar. Não dá para comparar e falar quem está em baixa ou em alta. O problema vem de longa data. Há muitos problemas financeiros, que são delicados. Por isso, faço a minha defesa ao presidente Marcelo Teixeira. Não vou falar que fecharia as portas, pois o clube é maior do que tudo, maior do que qualquer buraco. Mas vive uma situação complicada em todos os sentidos, vem se refazendo com estrutura, tentando se organizar e buscando receitas, um dos grandes problemas. Futebol é receita e investimento. Fazemos de acordo com o que podemos e com muito suor. Isso vem de longa data. Estamos pagando em dia, colocando garotos para jogar, tentando fazer vendas necessárias e obrigatórias. Fazemos o que podemos — disse.

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Alexandre Mattos no vestiário da Vila Belmiro. (Foto: Raul Baretta/ Santos FC)
Alexandre Mattos no vestiário da Vila Belmiro. (Foto: Raul Baretta/ Santos FC)

Contratações?

Alexandre Mattos ressaltou que o Santos FC enfrenta muitos problemas financeiros e que as avaliações do elenco serão feitas internamente para verificar a necessidade de chegadas e saídas. Ele também fez uma análise do grupo, que realizou 20 contratações na última temporada e outras seis em 2026.

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— Fomos aquém do que esperávamos no Paulista, apesar da classificação, que não foi tranquila. Começamos mal a Sul-Americana. Não matamos os jogos e aí a bola pune. E o Brasileiro também vem sendo sofrido, como não queríamos. Trocamos treinador e a próxima comissão técnica vai fazer avaliações sobre uma saída ou outra, uma vinda ou outra. É natural e vai acontecer. Nosso elenco foi montado dentro da nossa realidade, com aquilo que podemos. Graças ao Marcelo, o Santos consegue respirar. Vem de longa data com problemas gravíssimos. Nessa janela veio o Gabigol, com pagamento de uma parte maior. O Rony, que não tínhamos dinheiro, foi uma triangulação. O Moisés foi uma indicação do Vojvoda e teve bons momentos; o Oliva veio nesse perfil; o Menino foi uma oportunidade pela saída do Victor Hugo. O Veríssimo foi uma verdadeira tática de guerra. Conversei em janeiro e ele não queria ter voltado, mas, com a guerra, teve essa oportunidade, alongando o pagamento — afirmou.

Alexandre Mattos também comentou sobre a possibilidade de aproveitar os Meninos da Vila, como o lateral Rafael Gonzaga, antes de pensar em novas contratações. O dirigente afirmou que JP Chermont foi emprestado ao Coritiba Foot Ball Club para ganhar rodagem após ter "estourado" e, na sequência, apresentado queda de rendimento, situação semelhante, segundo ele, à de Miguelito.

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— O Cléber, na época, disse que o Chermont precisava jogar. É um jovem que colocamos para atuar de maneira estratégica. Tudo vai ter o seu tempo. Se a comissão entender que precisa de um lateral e houver possibilidade, vamos avaliar. Pensamos da mesma forma que foi com o Miguelito, que voltou outro jogador após ser emprestado. É natural em qualquer clube - disse.

— Temos um constante mapeamento do mercado e da nossa categoria de base. Precisamos ter esse cuidado mais do que qualquer clube. O treinador tem características semelhantes às da comissão anterior. A gente observa, pensa em possibilidades e tenta sair na frente. O Veríssimo é um caso desses: se não tivéssemos tentado no final do ano… Lógico que existe o interesse do atleta. Alguns recusaram, mas não queremos ninguém que não queira estar aqui - concluiu.

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