Luana Silva estreia lycra amarela em etapa histórica da WSL
A surfista assume o topo do mundo pela primeira vez, enquanto Gabriel Medina lidera o ranking masculino

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Luana Silva está prestes a fazer história novamente. Com a abertura da janela da etapa de Raglan, na Nova Zelândia, a surfista de 22 anos fará sua estreia oficial vestindo a cobiçada lycra amarela de líder do ranking mundial da WSL. O evento será realizado em Manu Bay, que potencializa manobras e pode oferecer tubos em dias maiores.
A etapa também representará outro marco histórico para o surfe brasileiro: pela primeira vez, o país irá liderar simultaneamente os rankings masculino e feminino, com Gabriel Medina e Luana no topo.
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Líder do ranking mundial de surfe
Treinada por Leandro Dora, pai do atual campeão mundial Yago Dora e peça-chave na conquista do título mundial de Adriano de Souza em 2015, Luana Silva é a única representante do Brasil na elite feminina atual e mostrou consistência na perna australiana da WSL.
Com um quinto lugar em Bells Beach e dois vice-campeonatos consecutivos (Margaret River e Gold Coast), a surfista faturou o prestigiado título da Tríplice Coroa Australiana. A última brasileira a liderar o circuito mundial havia sido Jacqueline Silva, em 2004, após vencer a etapa de Snapper Rocks.

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Luana Silva ganha filme da WSL
Para coroar o momento, a WSL lançou um curta-metragem que mergulha nos bastidores dessa ascensão meteórica. O filme mostra a trajetória da atleta no cenário internacional do surfe e relembra os principais momentos de sua carreira desde 2025, temporada em que conquistou o título inédito do mundial Pro Júnior e se tornou a primeira brasileira campeã da categoria.
Ainda no ano passado, foi finalista em duas etapas do Championship Tour e encerrou a temporada entre as dez melhores do mundo. O curta, nomeado de "Luana Silva, from Island to Storm" ("Luana Silva, da Ilha para a Tempestade"), ainda faz referência ao fato de Luana ter escolhido integrar a "Brazilian Storm", já que nasceu e cresceu no Havaí.
A jovem é filha de brasileiros e optou por defender a bandeira verde-amarela depois de criar laços com outros surfistas do país. No documentário, ela relatou que Tatiana Weston-Webb, brasileira criada no Havaí, foi uma das principais incentivadoras para a troca de nacionalidade da atual líder do ranking.
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