Isaquias Queiroz se pronuncia sobre saída do Flamengo: 'seguir o caminho'
Dispensa do campeão olímpico foi anunciada pelo clube na última segunda (5)

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Campeão olímpico nos Jogos de Tóquio, o canoísta Isaquias Queiroz se pronunciou, por meio de vídeo publicado em suas redes sociais, sobre o desligamento do Flamengo, anunciado na última segunda-feira (5). Principal atleta brasileiro da modalidade, ele não entrou em detalhes sobre os motivos para o fim do contrato e agradeceu as mensagens de apoio recebidas pelos torcedores.
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Em nota oficial, o Flamengo alegou que o corte da modalidade foi feito após "avaliação estratégica alinhada às premissas que norteiam o esporte olímpico", destacando o fato de que os atletas não residem e nem treinam no Rio de Janeiro, o que impossibilitaria a consolidação de um trabalho estruturado e a integração com as categorias de base na capital carioca.
— Ao longo da semana falo mais com vocês, algumas pessoas têm perguntado "pô, por que o Isaquias não mora no Rio de Janeiro?", é algo bem difícil que não tem como falar com vocês aqui rapidamente. Mas depois vou falar com vocês sobre isso tudo - disse Isaquias.
— Queria fazer um agradecimento especial ao Clube de Regatas do Flamengo, por ter feito parte dessa torcida incrível. Fico muito feliz de ter saído lá do sul da Bahia, de uma cidadezinha pequena, saindo de uma modalidade que ninguém conhecia, e ter representado esse clube. Agradeço a toda diretoria, desde 2011, quando iniciei no Flamengo, agradecer a todos os funcionários do clube, todos os atletas. Queria agradecer a vocês, nação rubro-negra, por todas as mensagem e apoio que recebi ao longo desse dia. Para mim foi um momento incrível e mágico, agora é seguir o caminho - completou.
Além de Isaquias Queiroz, o encerramento das atividades da canoagem do Flamengo também resultou no desligamentos dos atletas Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento.

Fim do remo paralímpico do Flamengo
Além da canoagem, o time também encerrou as atividades do remo paralímpico, marcando o fim da única frente de esportes adaptados da instituição. Michel Pessanha , Gessyca Guerra, Diana Barcelos e Valdenir Junior foram dispensados. O encerramento da categoria chama a atenção pelo baixo impacto financeiro: estima-se que o custo mensal para manter a modalidade fosse de aproximadamente R$ 10 mil, valor irrisório frente ao faturamento bilionário do clube.
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