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Atletas experientes e talentos em ascensão brilharam no esporte paralímpico em 2025

Brasil se consolidou como potência paralímpica com desempenho positivo em Mundiais

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Beatriz Pinheiro
São Paulo (SP)
Dia 07/01/2026
10:06
Jerusa Geber e Thalita Simplício comemorando medalhas nos 200m T11 (Foto: Cris Mattos/CPB)
imagem cameraJerusa Geber e Thalita Simplício comemorando medalhas nos 200m T11 (Foto: Cris Mattos/CPB)

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Não é de hoje que o Brasil figura como uma potência paralímpica. A temporada de 2025 veio para consolidar esse status, com desempenhos históricos nos Campeonatos Mundiais. Nomes já consagrados, como o de Gabrielzinho, Carol Santiago, da natação, e Jerusa Geber, do atletismo, seguiram brilhando, mas também houve espaço para a ascensão de novos talentos, como Alessandra Oliveira, nadadora que foi eleita atleta revelação do ano.

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Atletismo brasileiro no topo do mundo

O Mundial de Atletismo de Nova Déli, na Índia, foi de quebra de recordes para o Brasil. Pela primeira vez na história, o país quebrou o domínio chinês e terminou no topo do quadro de medalhas. Ao todo, foram 15 ouros, 20 pratas e nove bronzes, com um total de 44 medalhas - os atletas brasileiros subiram ao pódio em todos os dias de competição.

Um dos grandes destaques da competição foi a velocista Jerusa Geber, que alcançou sua 13ª medalha em mundiais na carreira. Aos 43 anos, a atleta do Acre superou o recorde de Terezinha Guilhermina, que até então era a maior medalhista do Brasil em mundiais.

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Natação volta a brilhar

O Mundial de Natação, disputado em Singapura, também teve saldo positivo para o Brasil. A delegação deixou a Ásia com um total de 39 medalhas, sendo 13 ouros, 16 pratas e 10 bronzes. Aos 40 anos, a experiente Carol Santiago levou quatro ouros e uma prata, e se manteve como um dos principais nomes da seleção.

Gabrielzinho, que fez grande sucesso nos Jogos de Paris, nadou a final dos 150 m medley na classe S3, ao lado de atletas com deficiências menos limitantes do que a sua, e bateu o recorde mundial da classe S2. O astro brasileiro terminou a competição com três medalhas de ouro.

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A novidade ficou por conta da estreante Alessandra Oliveira, que aos 17 anos, garantiu a medalha de ouro nos 100m peito SB4, no revezamento 4x50m medley 20 pontos, e ficou em quarto lugar nos 50 metros feminino S5.

Alessandra Oliveira, de 17 anos, é campeã e recordista mundial
Alessandra Oliveira, de 17 anos, é campeã e recordista mundial (Foto: Wander Roberto/CPB @wander_imagem)

Judô impulsiona início de ciclo

O judô brasileiro também protagonizou uma campanha histórica no Mundial de 2025. A delegação do país liderou o quadro de medalhas em Astana, no Cazaquistão, com 13 pódios no total, sendo 11 nas disputas individuais (cinco ouros, cinco pratas e um bronze) e duas nas competições por equipes nesta quinta-feira, 15 — prata no masculino e bronze no feminino.

A paulista Alana Maldonado foi um dos principais destaques ao garantir o tricampeonato mundial na categoria 70kg J2, feito inédito para uma brasileira.

Brasil liderou o quadro de medalhas no Mundial de Judô
Brasil liderou o quadro de medalhas no Mundial de Judô (Foto: Divulgação CBDV)

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