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Trump oferece cargo na Casa Branca a Dana White, presidente do UFC, e cita lutadora Amanda Nunes

Presidente sugeriu a participação de lutadores do UFC na equipe, incluindo a brasileira, para enfrentar o que chamou de "esquerda lunática

PorRedação Lance!•Rio de Janeiro (RJ)
07/11/2026 16:54
Donald Trump à esquerda e Dana White à direita em foto dividida de evento esportivo.
Foto: Arte/Lance!

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer levar nomes do mundo do MMA para dentro da Casa Branca. Neste sábado (7), o republicano revelou ter oferecido a Dana White, presidente do UFC, o cargo de secretário de imprensa do governo americano. A proposta também envolve a participação de lutadores na equipe, entre eles a brasileira Amanda Nunes.

Em publicação na rede social "Truth Social", Trump sugeriu que White recrutasse atletas para trabalhar como assistentes. Segundo o presidente, o grupo teria a missão de ajudar a enfrentar o que classificou como "esquerda lunática".

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O republicano ainda fez um apelo público para que o dirigente aceite o convite.

— Dana vai ser um secretário de imprensa como nenhum outro. Dana, por favor! Aceite o convite! — escreveu Trump.

Amanda Nunes, citada na publicação, é ex-campeã do UFC e considerada uma das maiores lutadoras da história do MMA. A brasileira conquistou títulos nas categorias peso-galo e peso-pena e construiu uma trajetória de destaque na organização.

Trio em colagem de UFC: homem de terno vermelho, homem musculoso e lutadora com cinturão, cercados por símbolos e bandeiras.
Trump convidou Danat White e Amanda Nunes (Foto: Arte/Lance!0

Casa Branca está sem secretário de imprensa há 22 dias

O cargo de secretário de imprensa da Casa Branca está vago desde 16 de outubro, quando Katie Zacharia deixou a função após apenas cinco dias no posto. Durante sua passagem, ela realizou uma única entrevista coletiva, com duração aproximada de 14 minutos, e recebeu críticas pela condução.

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A saída ocorreu em meio a questionamentos sobre sua atuação e suas credenciais profissionais. Na ocasião, a expectativa era de que Zacharia fosse transferida para outra função dentro do governo americano.

Ela havia assumido o lugar de Karoline Leavitt, aliada próxima de Trump, que deixou a secretaria em agosto, após o nascimento de sua segunda filha.

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Depois da saída de Leavitt, a Casa Branca passou cerca de 45 dias sem um titular para a função. Nesse período, integrantes do governo se revezaram na condução das entrevistas coletivas com jornalistas.

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