Brasileira do UFC é suspensa após testar positivo em antidoping
UFC e CSAD acreditam que Iasmin Lucindo não quis ter vantagem indevida

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A brasileira Iasmin Lucindo recebeu uma suspensão de nove meses por violar as Políticas Antidoping do UFC. A punição foi imposta pela CSAD (Combat Sports Anti-Doping), organização parceira do Ultimate e que cuida dos testes antidoping feitos fora de competição. Iasmin recebeu uma pena mais branda, pois colaborou com as investigações e a agência acredita que ela ingeriu a substância proibida sem intenção de obter vantagem (leia mais abaixo).
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Lucindo fez um teste surpresa no dia 24 de setembro do ano passado e a amostra coletada resultou em teste positivo para mesterolona, substância que está na lista de substâncias proibidas da CSAD e do UFC.
Com a suspensão, Iasmin só poderá voltar a lutar a partir do dia 25 de junho, uma vez que a suspensão de nove meses vale a partir da data em que a coleta da amostra positiva foi feita.
A brasileira iria enfrentar Gillian Robertson no último evento do UFC em 2025, mas o resultado do teste foi divulgado para oficiais do Ultimate logo antes do duelo e a luta foi cancelada. Com isso, a canadense teve seu retorno anunciado para 14 de março e enfrentará outra brasileira, Amanda Lemos.

UFC e CSAD 'pegam leve' com brasileira
A CSAD divulgou um comunicado em relação à suspensão da brasileira, atenuando a culpa de Iasmin. Segundo a agência, tudo indica que Lucindo não ingeriu mesterolona de forma consciente, com a intenção de obter vantagens nos treinos e nas lutas.
Outro fator atenuante para Iasmin foi sua total colaboração com as investigações, além do histórico prévio de testes indicar que ela não poderia estar usando essa substância constantemente. As possibilidades restam sobre o fato de suplemento contaminado ter sido ingerido pela brasileira.
— Ao longo da investigação da Combat Sports Anti-Doping (CSAD), as evidências coletadas indicaram que Lucindo Bezerra não utilizou mesterolona intencionalmente para obter vantagem em seu desempenho. Ela cooperou integralmente com a investigação, inclusive concedendo uma entrevista detalhada e fornecendo documentação oficial do governo de uma farmácia brasileira onde obteve suplementos alimentares manipulados antes da constatação do resultado adverso. A documentação indicava que a farmácia manipulava regularmente produtos contendo mesterolona e não descartava a possibilidade de que os suplementos alimentares legais fornecidos a Lucindo Bezerra pudessem ter sido contaminados inadvertidamente com mesterolona — disse o comunicado da CSAD.
Com um cartel profissional de 18 vitórias e seis derrotas, Iasmin Lucindo, de 24 anos, tem cinco triunfos e dois reveses no UFC. A brasileira vem de vitória sobre Angela Hill e tem triunfos sobre nomes relevantes da categoria como Karolina Kowalkiewicz e Marina Rodriguez.
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