Piores vexames da história do Cruzeiro
Da queda inédita à Série B a eliminações, Cruzeiro acumula derrotas dolorosas.

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O Cruzeiro Esporte Clube é um dos maiores clubes do futebol brasileiro, dono de títulos nacionais e internacionais que marcaram época, como as conquistas da Copa Libertadores, da Supercopa e das Copas do Brasil. Com uma história repleta de craques e campanhas memoráveis, o time celeste construiu uma identidade de protagonismo e competitividade. No entanto, como acontece com todo gigante do futebol, a trajetória do Cruzeiro também guarda capítulos que a torcida prefere esquecer. O Lance! relembra os piores vexames da história do Cruzeiro.
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Os vexames não são apenas derrotas comuns. Eles acontecem quando a diferença técnica e histórica entre os adversários é tão grande que o resultado choca torcedores, imprensa e até os próprios atletas. São goleadas sofridas, eliminações em fases precoces e resultados que expõem fragilidades inesperadas de um time acostumado a brigar por títulos.
Neste texto, revisitamos cinco momentos que marcaram negativamente a história do Cruzeiro. Da humilhação sofrida diante de clubes modestos à queda inédita para a Série B, cada um desses episódios se tornou símbolo de frustração para a torcida.
Piores vexames da história do Cruzeiro
1. Ipatinga 3×0 Cruzeiro (ida) e 2×1 Cruzeiro (volta) — Copa do Brasil 2006
Em 2006, o Cruzeiro chegava às quartas de final da Copa do Brasil como favorito contra o Ipatinga, equipe do interior mineiro. No entanto, o que parecia uma classificação tranquila virou um dos maiores vexames da história do clube.
No jogo de ida, no Ipatingão, o Cruzeiro foi completamente dominado e perdeu por 3×0, com erros defensivos e falta de reação. Na partida de volta, no Mineirão, o time celeste até saiu na frente, mas sofreu a virada para 2×1, sendo eliminado com um agregado de 5×1.
A queda para um adversário estadual e de menor expressão ganhou enorme repercussão e foi lembrada por anos como um exemplo de desrespeito ao adversário e falta de preparo emocional.
2. Juventude 6×0 Cruzeiro — Brasileirão 1999
A temporada de 1999 trouxe um dos maiores placares negativos do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro. Em Caxias do Sul, o Juventude aplicou 6×0, resultado impensável diante da diferença de tradição entre os clubes.
A goleada começou cedo, e a defesa cruzeirense se mostrou completamente perdida diante da velocidade e intensidade do adversário. O time gaúcho, embalado pela torcida no Alfredo Jaconi, aproveitou todas as falhas defensivas e construiu o placar com naturalidade.
O resultado foi visto como uma mancha na campanha daquele ano e virou referência sempre que se fala em goleadas sofridas pelo Cruzeiro.
3. River Plate-URU elimina Raposa — Copa Sul-Americana 2009
Na Copa Sul-Americana de 2009, o Cruzeiro caiu diante do modesto River Plate do Uruguai. A equipe celeste vinha de um vice-campeonato na Libertadores e era favorita para avançar na competição continental.
No entanto, a derrota por 2×1 em Montevidéu já acendeu o alerta. Na volta, no Mineirão, o Cruzeiro sofreu um apagão coletivo e perdeu por 3×0, sendo eliminado com autoridade pelo rival uruguaio.
O episódio foi amplamente criticado pela torcida e pela imprensa, que apontaram a apatia e a falta de seriedade com que o time tratou a competição.
4. Grêmio Prudente 4×0 Cruzeiro — Brasileirão 2010
O Brasileirão de 2010 teve um capítulo doloroso para o torcedor cruzeirense. O time, que brigava pela liderança e sonhava com o título, foi goleado por 4×0 pelo Grêmio Prudente, equipe que lutava contra o rebaixamento.
A partida no Prudentão expôs um Cruzeiro irreconhecível: defesa frágil, meio-campo pouco criativo e ataque inoperante. A derrota foi determinante para a queda de rendimento na reta final do campeonato e até hoje é lembrada como um dos tropeços mais inexplicáveis da era dos pontos corridos para o clube.
5. Rebaixamento para a Série B — 2019
O capítulo mais doloroso da história do Cruzeiro veio em 2019, quando o clube foi rebaixado para a Série B pela primeira vez. A queda foi confirmada após a derrota por 2×0 para o Palmeiras no Mineirão, em uma noite marcada por protestos, confusão nas arquibancadas e clima de revolta generalizada.
O rebaixamento foi consequência de uma temporada caótica, marcada por má gestão, troca de treinadores, crises internas e problemas financeiros graves. A imagem do Mineirão com cadeiras sendo arremessadas e jogadores saindo sob escolta policial ficou gravada na memória do futebol brasileiro.
O impacto esportivo e institucional foi enorme. O Cruzeiro passou a enfrentar dificuldades para se reerguer, e o episódio passou a ser referência de como problemas administrativos podem refletir diretamente no desempenho dentro de campo.
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