Artilheiros das Copas do Mundo que nunca jogaram em clubes europeus
Alguns goleadores de Mundiais fizeram história sem atuar na Europa.

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Ao longo da história das Copas do Mundo, muitos dos principais artilheiros do torneio construíram suas carreiras em clubes europeus. Desde a segunda metade do século XX, o futebol europeu passou a concentrar grande parte dos jogadores de elite do esporte, tornando-se o principal destino para atletas de destaque internacional. O Lance! lembra artilheiros das Copas do Mundo que nunca jogaram em clubes europeus.
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No entanto, nas primeiras décadas das Copas do Mundo — e mesmo em alguns casos posteriores — houve goleadores que conquistaram o prêmio de artilheiro do torneio sem nunca atuar em clubes da Europa. Esses jogadores construíram suas carreiras inteiramente em ligas nacionais, especialmente nas Américas.
Alguns desses nomes se tornaram protagonistas de campanhas históricas em Copas, mostrando que o desempenho no torneio não dependia necessariamente de atuar no futebol europeu. Entre eles estão jogadores dos Estados Unidos e do Brasil que marcaram época em diferentes edições do Mundial.
Artilheiros das Copas do Mundo que nunca jogaram em clubes europeus
Bert Patenaude — Mundial de 1930
O norte-americano Bert Patenaude foi um dos primeiros artilheiros da história das Copas do Mundo.
Na edição inaugural do torneio, disputada em 1930 no Uruguai, Patenaude marcou 3 gols e terminou como um dos principais goleadores da competição.
Naquele período, o futebol profissional nos Estados Unidos ainda estava concentrado em ligas locais. Patenaude atuava pelo Fall River Marksmen, clube da American Soccer League.
O atacante ficou marcado por ter anotado o primeiro hat-trick da história das Copas do Mundo, na vitória dos Estados Unidos sobre o Paraguai.
Ademir Menezes — artilheiro da Copa do Mundo de 1950
Um dos maiores goleadores da história da seleção brasileira, Ademir Menezes foi o artilheiro da Copa do Mundo de 1950, disputada no Brasil.
O atacante marcou 9 gols ao longo da competição, número que permanece entre as maiores marcas da história dos Mundiais.
Conhecido como "Queixada", Ademir era o principal nome ofensivo da seleção brasileira naquele torneio.
Durante sua carreira, atuou principalmente pelo Vasco da Gama, clube pelo qual se tornou um dos grandes ídolos da história.
Garrincha e Vavá — Mundial de 1962
Na Copa do Mundo de 1962, disputada no Chile, o Brasil teve dois jogadores dividindo a artilharia do torneio.
Garrincha e Vavá terminaram a competição com 4 gols cada, compartilhando o posto de goleadores do Mundial.
Garrincha era o grande craque do Botafogo, clube onde construiu praticamente toda sua carreira e se tornou um dos maiores ídolos da história do futebol brasileiro.
Vavá também era um dos principais atacantes do Brasil naquele período e participou das campanhas campeãs de 1958 e 1962.
Esses jogadores marcaram época em um período em que muitos dos grandes talentos do futebol mundial ainda atuavam em seus países de origem, antes da forte internacionalização que levaria inúmeros atletas para clubes europeus nas décadas seguintes.
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