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A história de Edu no Santos; jogos, gols e estatísticas

Ponta-esquerda histórico foi parceiro de Pelé e marcou época na Vila.

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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 11/03/2026
07:37
Edu é o sexto jogador que mais vestiu a camisa do Santos e um dos maiores artilheiros do clube. (Santos FC)
imagem cameraEdu é o sexto jogador que mais vestiu a camisa do Santos e um dos maiores artilheiros do clube. (Santos FC)

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Edu, nome completo Jonas Eduardo Américo, é um dos maiores ídolos do Santos Futebol Clube, atuando como ponta-esquerda de 1966 a 1976.
Revelado após indicação de Pelé, ele rapidamente se destacou e se tornou titular, dividindo o ataque com grandes nomes da época.
Disputou 584 partidas e marcou 184 gols, ocupando posições notáveis entre os jogadores com mais atuações e artilheiros do clube.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

Edu, nome completo Jonas Eduardo Américo, é um dos maiores ídolos da história do Santos Futebol Clube. Ponta-esquerda habilidoso, dono de dribles desconcertantes e personalidade marcante, ele construiu uma trajetória de mais de uma década na Vila Belmiro. O Lance! relembra a história de Edu no Santos.

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Revelado muito jovem, Edu chegou ao clube após indicação direta de Pelé, que o viu jogar no interior paulista e o levou para testes no Santos. Aprovado, iniciou nas categorias de base e rapidamente chamou atenção pelo talento técnico.

Sua estreia como profissional ocorreu em 3 de março de 1966, no Torneio Rio-São Paulo, contra a Portuguesa. Poucos jogos depois, já havia assumido a titularidade, inclusive deixando Pepe no banco em determinado momento, algo simbólico para a época.

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Edu se consolidou como um dos principais nomes do Santos no fim da geração mais vitoriosa da história do clube. Atuando entre 1966 e 1976, foi peça fundamental na manutenção do protagonismo santista no cenário nacional.

Durante sua passagem, dividiu o ataque com Pelé e outros grandes nomes, formando um dos setores ofensivos mais técnicos do futebol brasileiro.

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A história de Edu no Santos

Números de Edu pelo Santos

Edu disputou 584 partidas com a camisa do Santos, tornando-se o sexto jogador que mais atuou pelo clube na história, atrás apenas de Pelé, Pepe, Zito, Lima e Dorval.

No quesito gols, marcou 184 vezes, ocupando a sétima posição entre os maiores artilheiros do clube.

Sua média foi de aproximadamente 16 gols por temporada ao longo de 11 anos como profissional na Vila.

Temporada mais goleadora de Edu

O auge artilheiro ocorreu em 1969, quando marcou 35 gols em 70 partidas, sua melhor marca anual.

Distribuição por temporadas:

  1. 1966: 30 jogos, 8 gols
  2. 1967: 67 jogos, 16 gols
  3. 1968: 57 jogos, 22 gols
  4. 1969: 70 jogos, 35 gols
  5. 1970: 34 jogos, 11 gols
  6. 1971: 74 jogos, 23 gols
  7. 1972: 90 jogos, 28 gols
  8. 1973: 60 jogos, 15 gols
  9. 1974: 40 jogos, 7 gols
  10. 1975: 26 jogos, 12 gols
  11. 1976: 36 jogos, 6 gols

Jogo inesquecível de Edu

Edu considera seu segundo jogo pelo Santos como o divisor de águas da carreira. Pelo Torneio Rio-São Paulo de 1966, no Pacaembu, o Santos venceu o Bangu por 5 a 2.

Substituindo Pelé, que estava machucado, Edu marcou dois gols — um de falta e outro após driblar toda a defesa adversária. A atuação projetou o jovem atacante nacionalmente e consolidou sua titularidade.

Títulos conquistados pelo Santos

Durante sua passagem, Edu acumulou títulos importantes:

  • Torneio Rio-São Paulo: 1966
  • Campeonato Paulista: 1967, 1968, 1969 e 1973
  • Campeonato Brasileiro (Taça Roberto Gomes Pedrosa): 1968
  • Recopa Sul-Americana: 1968
  • Recopa Mundial: 1968

Em 1971, foi um dos destaques do Campeonato Brasileiro e recebeu a Bola de Prata pelo desempenho individual.

Despedida da Vila

A última partida de Edu pelo Santos ocorreu em 17 de novembro de 1976, em amistoso em Catanduva. Ele marcou o gol da vitória por 1 a 0, encerrando sua trajetória no clube de forma simbólica.

Problemas físicos no fim da passagem limitaram sua continuidade em alto rendimento. Em 1977, transferiu-se para o Corinthians, iniciando nova etapa da carreira.

Com 584 jogos e 184 gols, Edu permanece como um dos maiores nomes da história santista, referência de habilidade, ousadia e protagonismo na ponta-esquerda.

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