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Seleção Brasileira anuncia acordo com novo patrocinador para Copa do Mundo

CBF chegou ao seu oitavo acordo comercial para o projeto dos Mundiais masculino e feminino

Dia 05/02/2026
12:07
CBF patrocínio Seleção Brasileira Uber
imagem cameraCBF chega a acordo de patrocínio para a Seleção Brasileira com a Uber. (Foto: Divulgação)

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) chegou ao oitavo acordo de patrocínio para a Seleção Brasileira no projeto da Copa do Mundo 2026. Nesta quinta-feira (5), a entidade anunciou a Uber como patrocinadora das seleções masculina, feminina e categorias de base das duas categorias. O acordo é válido para os atuais ciclos disputados pelas equipes, que envolve o Mundial masculino deste ano e o feminino, que será disputado no Brasil em 2027.

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Para o futebol feminino, além do patrocínio para a Seleção até a Copa de 2027, o acordo assinado inclui o Campeonato Brasileiro Série A1, a Copa do Brasil e a Supercopa. A Uber terá direito de estampar sua marca em ativações durante os treinamentos das equipes, criação conteúdos digitais, ações com torcedores e iniciativas socioeducacionais feitas em parceria com o o programa Seleção Solidária da CBF. 

Os transportes oficiais das seleções também terão o símbolo da empresa de mobilidade estampados na parte externa. A CBF explicou que estão previstas ações de live marketing e a criação de experiências exclusivas para o público. No anúncio, o presidente da entidade, Samir Xaud, destacou o alcance global da marca e o alinhamento da Uber com o projeto desenvolvido pela Seleção Brasileira.

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- A Uber é uma marca globalmente reconhecida por inovação, tecnologia e capacidade de conectar pessoas, valores que dialogam diretamente com a essência do futebol, que une torcedores, atletas e comunidades em todo o país. Estamos muito felizes em receber a Uber nessa parceria que amplia oportunidades, aproxima ainda mais nossas seleções de seus milhões de apaixonados e reforça nosso compromisso de construir um futebol cada vez mais acessível, dinâmico e conectado ao futuro - disse o executivo.

Sílvia Penna, diretora da Uber no Brasil, ressaltou a conexão que a empresa tem com o cotidiano do público brasileiro. Em 2024, a marca divulgou que mais de 120 milhões de pessoas têm contas ativas no país.

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- Assim como o futebol, a Uber também está presente no dia a dia dos brasileiros. Estar ao lado das seleções brasileiras é uma forma de apoiar o que nos une como país e de contribuir para que atletas, comissões técnicas e torcedores cheguem mais longe - pontuou a diretora.

Samir Xaud, presidente da CBF, e Ciro Possobom, CEO da Volkswagen no Brasil
Samir Xaud, presidente da CBF, e Ciro Possobom, CEO da Volkswagen no Brasil (Foto: Sharon Prais/Lance!)

CBF chega a oito acordos de patrocínio

Nesta semana, a CBF também anunciou o acordo fechado com a montadora Volkswagen, que retornou à Seleção Brasileira após 12 anos. O evento de lançamento foi realizado no Rio de Janeiro, na sede da entidade, e ainda teve Carlo Ancelotti como garoto propaganda na campanha publicitária. Até agora, oito marcas de diferentes mercados foram anunciadas pela entidade máxima do futebol brasileiro.

Além da Uber e da Volkswagen, o Brasil terá o banco Itaú, Ambev, do ramo de bebidas, Vivo, de telecomunicações, Ifood, app de entregas, a farmacêutica Cimed e a Nike, fornecedora dos uniformes, como principais aliadas comerciais para o atual ciclo da Copa do Mundo. No total, a CBF tem a expectativa de chegar a 11 ou 12 contratos até o Mundial. De acordo com o jornalista Marcel Rizzo, há uma projeção de faturamento de R$ 1 bilhão com os acordos.

No evento de anúncio da Volkswagen, o diretor de marketing da entidade, Bernardo Bessa, falou à reportagem do Lance! sobre o projeto comercial que vem sendo construído pela confederação e o posicionamento da marca "Seleção Brasileira".

- A gente vai ao mercado conversar com as marcas, com o diagnóstico feito, falando que esse é um novo momento da CBF e da gestão. Esse é o momento de modernidade, e é onde a gente precisa trocar com vocês. A CBF não é mais uma instituição fechada, não é mais aquela entidade antiga, é uma entidade que fala, que representa o brasileiro, que precisa se relacionar com as principais marcas do mercado brasileiro. Então, eu acho que essa é a estratégia, quando a gente dá todo o nosso planejamento daqui até o final de 2027, porque nós já estamos com tudo planejado, as marcas se sentem mais à vontade de aportar uma quantia importante da sua verba dentro da nossa seleção - afirmou Bessa.

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