Tironi no Lance!: veja análise dos grupos dos paulistas na Libertadores e Sul-Americana
Os grupos foram sorteados na quinta-feira (19) em Luque, no Paraguai

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Foram sorteados nesta quinta-feira (19), em Luque, no Paraguai, os grupos da Libertadores e da Sul-Americana. Segue abaixo a análise dos grupos dos paulistas.
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LIBERTADORES
PALMEIRAS
O tricampeão da Libertadores entrou no grupo E e mais uma vez terá o Cerro Porteño como adversário. Nada que assuste o time de Abel Ferreira, que invariavelmente passa com facilidade pelo time paraguaio. Junior Barranquilla e Sporting Cristal, os outros adversários, apresentam muito pouca dificuldade para o Verdão. A tendência é de classificação tranquila com potencial para mais uma vez ter a melhor campanha da primeira fase.
CORINTHIANS
O time de Dorival Júnior não foi cabeça de chave e poderia ter encarado um grupo mais complicado. Acabou entrando no grupo E. Pegou o segundo cabeça de chave mais desejado, o Peñarol do Uruguai. Só o Nacional uruguaio seria mais simples. O Peñarol é um rival com camisa pesada, mas limitado atualmente. Santa Fé da Colômbia e Platense da Argentina não são rivais facílimos (o Platense foi campeão do Apertura argentino, mas beneficiado pelo regulamento caótico do campeonato local) e o Santa Fé também tem limitações. É um grupo em que o Corinthians tem boas chances de avançar, mas não pode bobear.
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MIRASSOL
O estreante em Libertadores foi para o pote 4 e pegou um grupo chato, o G. LDU, time tradicional e que joga na altitude, Always Ready, boliviano que tem na altitude extrema sua única, mas poderosa arma e Lanús, campeão da Sul-Americana e da Recopa. Será uma pedreira para o time brasileiro.
SUL-AMERICANA
SÃO PAULO
O time de Roger Machado vai encarar o grupo C, acessível porém trabalhoso. A logística é ruim, com viagem para a Colômbia para enfrentar o Millonarios. O O'Higgins do Chie eliminou o Bahia. O Boston River do Uruguai tende a ser um adversário mais simples pela logística e pouca qualidade. A obrigação é passar em primeiro lugar na chave, mas não com tanta facilidade.
SANTOS
Com treinador novo, Cuca, o Santos pegou um argentino tradicional no grupo D, o San Lorenzo. Porém, o time argentino vive uma das maiores crises de sua história (não que o Santos não tenha sua própria crise para enfrentar). O Deportivo Cuenca tem a altitude de 2.550 metros a seu favor. O Recoleta do Paragual deve ser o saco de pancadas. O grupo é traiçoeiro.
BRAGANTINO
O Grupo H do Bragantino tem o pior cabeça de chave não brasileiro, o River Plate, que não vive boa fase mas tem camisa, torcida e enorme tradição. Blooming da Bolívia (que não joga na altitude) e Carabobo da Venezuela são azarões. Como apenas um se classifica diretamente, a tarefa do brasileiro é complexa.

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